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terça-feira, 15 de setembro de 2026

NOSSA SENHORA DAS DORES, Festa - em 15 de setembro.

     


 O dia 15 de setembro é a festa da Bem-Aventurada Virgem Maria das Dores, aquela que experimentou o mais puro martírio, consumida momento a momento e terrível no instante final da Cruz. Assim, adornada com a Coroa do Martírio, ela é gloriosamente invocada pela Igreja com o título de "Rainha dos Mártires".
 

 

Primeira meditação sobre as Dores de Maria: 

Porque o martírio de Maria veio de Jesus...

Este título de Rainha dos Mártires não parece honrar Maria, assim como não honraria a rosa chamar-se "Rainha dos Espinhos". Contudo, tendo feito do martírio de Jesus o seu próprio, Maria coroou-se com os Seus espinhos e foi tingida com o Seu divino Sangue.

E, assim como é glória de Jesus ser o Rei dos Mártires, também o é orgulho de Maria ser a sua Rainha. Ela possui esta grande supremacia sobre todos os mártires por muitas razões poderosas.

A primeira é: porque toda a razão do seu martírio veio de Deus. Todos os outros mártires foram atormentados por tiranos e carrascos, que dilaceraram seus corpos com espadas e machados; enquanto Maria foi supremamente afligida por Deus em sua alma, que sente uma dor muito maior do que o corpo. E, como seu amor por Jesus foi o instrumento de seu sofrimento, segue-se que, como o amor de Jesus era infinito, assim como o amor de Maria por Ele era supremo, também o era sua dor.

A dor de Maria foi muito maior do que a dor dos outros mártires, assim como a dor causada por um Deus crucificado é maior do que a provocada por um homem que crucifica, pela mão de Deus mais do que pela mão do homem, por um Sujeito (o Verbo Eterno) Encarnado mais do que por um sujeito terreno. Portanto, o seráfico São Boaventura chega a preferir a dor de Maria à dor do próprio Cristo! Pois as chagas divididas no Corpo de Jesus foram, em vez disso, unidas e, portanto, mais intensamente dolorosas no Coração de Maria.

Contudo, é mais correto concordar com o Doutor Angélico de que a dor de Cristo foi maior, visto que Ele sofreu em sua Alma e em seu corpo, para reparar a Justiça divina e o pecado de toda a humanidade. Maria sofreu imensamente, mas, em união com as dores de Cristo, atuou como “corredentora” ou “colaboradora”, “partilhando” com Ele seus padecimentos e sofrimentos, tanto exteriores quanto interiores; no entanto, o único Redentor e Salvador é Cristo.

A Carne e a Alma Santíssimas de Jesus, isto é, sua Santíssima e Imaculada Natureza Humana, unida à Natureza Divina do Verbo, sofreram imensamente. Porém, essa “carne de Jesus” era a mesma carne de Maria, isto é: toda a genética da humanidade de Cristo foi formada pela genética de Maria. Maria, portanto, sofreu também (muito mais que muitos santos e santas estigmatizados) em sua carne, mas padeceu ainda mais — muito mais — em sua alma santíssima e imaculada, que é mais nobre que seu próprio santíssimo corpo e, portanto, mais sensível; e sofreu a ponto de ser privada da vida: Eius dolor fuit maximum inter dolores praesentis vitae. Ah, Maria! E quem poderá compreender tuas dores, se estas devem ser medidas de alguma forma pelas forças da Onipotência divina que quis que fosses afligida, e se são tais que, por assim dizer, rivalizam com as próprias dores de Cristo!

...e foi a mais próxima da de Jesus.

Como Maria, aqui na terra, foi a mais semelhante em virtude ao seu Divino Filho, e como no Céu ela se senta mais perto dele em glória (In regni solio – diz São Jerônimo – sublimata post Christum gloriosa resedit), ela também foi a mais próxima dele nas dores de um cruel martírio.

Assim como Jesus foi coroado com um diadema de dores pela sua “madrasta” sinagoga, sua Mãe Maria também veio depois dele, coroada de dores.

E assim se cumpre a profecia de Joel (cap. 2): O sol se transforma em trevas e a lua em sangue; ambos se escurecem porque o mesmo eclipse da Paixão, que obscureceu o verdadeiro Sol da justiça, Jesus, encheu a lua mística, Maria, de trevas e sangue.

Assim, se Jesus empalideceu, a Mãe definhou; se Jesus foi ferido, Maria desmaiou; se Jesus foi crucificado, Maria permaneceu crucificada. Em suma, Jesus e Maria tinham dois Corações em tão bela harmonia que os mesmos afetos que Um concebia, o outro também concebia: In corde, et corde loquuti sunt.

Somente a Virgem era santa de dois Corações, isto é, de um Coração dado a Ela por Deus Criador e de um Coração dado a Ela por Cristo Redentor. Assim, sua dor era ao mesmo tempo regulada por seu próprio Coração e pelo Coração de Cristo, que a penetrava.

Portanto, visto que Maria foi mártir com Cristo e fez do martírio d'Ele o seu próprio, o seu martírio foi mais nobre do que todos os outros; e ela é justamente invocada como Rainha dos mártires. Ah, Maria! Teu martírio é tão ilustre que não sei se devo contemplá-lo ou invejá-lo.


...tudo foi por Jesus, da maneira mais nobre e dolorosa.

Santo Ildefonso, ao falar das dores de Maria, não hesitou em afirmar que estas foram maiores do que todos os tormentos de todos os mártires juntos. E a verdade do que foi dito pode ser comprovada por muitas razões:

1) Porque todos os mártires sofreram no corpo e Maria sofreu em seu corpo santíssimo e imaculado, porém, mais ainda, em sua santíssima alma;

2) Porque, como argumenta Santo Antonino, Arcebispo de Florença, o martírio é tanto mais nobre e doloroso quanto mais nobre for a vida dada por Deus. Portanto, visto que Maria sacrificou a vida de seu Filho, que era ao mesmo tempo a mais nobre de todas e amada por ela mais do que a sua própria, segue-se que a coroa de Maria foi maior do que a de todos os outros, tornando-a Rainha de todos os mártires;

3) Porque os outros mártires sofreram apenas durante o tempo em que foram torturados pelos tiranos, enquanto o martírio de Maria durou toda a sua vida;

4) Porque Maria amava seu Filho mais do que a si mesma. Consequentemente, os tormentos e a morte de seu Filho foram muito mais dolorosos para ela do que os tormentos e a sua própria morte, como afirma o Beato Amadeu. E, finalmente, porque, como diz Alberto Magno, Maria sofreu uma dor tão grande que foi suficiente para matá-la várias vezes; e, portanto, ela foi fortalecida por Deus com um milagre para suportar um tormento insuportável para a vida humana. Assim, ele conclui que Maria merece, com justiça, preeminência sobre todos os mártires: "Portanto, ela recebeu a graça do martírio e a coroa dos mártires, e sua coroa era maior do que a coroa de todos os outros mártires." Ah, Maria! Já que você é mártir, mais do que mártir, e Rainha dos mártires, só você é digna de ser mais digna de compaixão do que todos os mártires juntos.

Quantas belas coroas de glória brilham sobre tua cabeça, ó Maria! Tu és Rainha do Céu e da Terra; és Rainha dos Anjos e dos Santos; e és até Rainha dos mártires. Mas parece-me que este diadema doloroso te adorna de maneira especial; sim, porque te torna mais semelhante a Jesus, Rei dos mártires; sim, porque o Sangue de um Deus Crucificado, aspergido sobre teu manto no Calvário, te deu uma púrpura mais bela que o manto ensolarado que usas no Céu.

Salve, então, augusta Rainha! Eu te felicito de coração, pois não és menos gloriosa em teus sofrimentos do que em tuas alegrias. Eu te suplico que intercedas por mim com constância cristã nas cruzes deste mundo, para que eu seja reconhecido como teu súdito mais parcial em teu império doloroso.


Segunda meditação sobre as Dores de Maria:

Entre os muitos títulos e celebrações marianas, o mais comovente, por ser o mais próximo da realidade humana, é o da Bem-Aventurada Virgem Maria das Dores.

A dor está presente em nossas vidas desde o nascimento, com o primeiro choro angustiado do recém-nascido, que deixa a segurança do ventre materno para se projetar em um mundo desconhecido, já não ligado à mãe e presa do medo e do pavor.

Depois, a dor nos acompanha com maior ou menor intensidade, com maior ou menor constância, em seus diversos aspectos — físico, moral, espiritual — ao longo da vida, para reencontrá-la no fim da jornada, na separação final e definitiva deste mundo.

A dor de Maria, criatura privilegiada, é mais compreensível, sim, mas ainda assim é uma criatura como nós. Isso ocorre porque também a experimentamos, ainda que em condições e graus diferentes. Ao contrário de outras prerrogativas que lhe são exclusivas — a Anunciação, a Maternidade Divina, a Imaculada Conceição, a Assunção ao Céu, as Aparições, etc. — que exigem um ato de fé de nossa parte para serem consideradas.

Para uma mãe, ver um Filho morrer é a maior dor que existe. Não há palavras que possam, pois, naturalmente, ela esperava morrer após ter concebido, criado e educado o herdeiro e continuador de sua humanidade, mas vê, em vez disso, seu filho morrer enquanto ainda vive — aquele filho a quem ela gostaria de ter dado a vida cem vezes, talvez até mesmo substituí-lo em sua morte.

Milhões de mães que suportaram essa imensa dor ao longo do tempo recorreram a ela em busca de apoio e consolo. Maria viu seu Filho morrer de forma atroz, consciente de sua inocência, sofrendo com a malícia, a incompreensão e a perversidade desencadeadas contra ele, a personificação da Bondade infinita.

Mas não foi apenas a sentença de morte repentina; a dor que Maria experimentou foi o culminar de um longo, silencioso e implacável sofrimento, guardado em seu coração, iniciado pela profecia do ancião Simeão, proferida durante a Apresentação de Jesus no Templo: "E uma espada traspassará a tua própria alma".

Maria é consolo, socorro e alívio para
 todos os que sofrem. 

Assim, todos aqueles que sofrem na carne e na alma voltam seus olhares para Maria, consoladora de todas as dores. As dores são resultantes da doença, da deficiência, da injustiça, da pobreza, da perseguição, da violência física e mental, da perda de entes queridos, da traição, da falta de segurança, da solidão e assim por diante. Tendo sofrido tanto mesmo antes da Paixão de Cristo, ela pode ser a luz que nos guia ao suportarmos nossas próprias dores e ao demonstrarmos compreensão pelos sofrimentos de nossos irmãos e irmãs, nossos companheiros de jornada nesta peregrinação terrena.

Mas Nossa Senhora é também corredentora da humanidade pela Graça, pois participa do sofrimento e da auto-oferta de Cristo. Por isso, como mãe, não se rebelou contra o trágico destino de seu Filho; sofreu indizivelmente, mas também ofereceu seu sofrimento a Deus pela Redenção da humanidade.

E, assim como a Paixão, Morte e Sepultamento de Jesus conduziram à Ressurreição triunfante e salvadora, também Maria, cooperadora na Redenção, se alegrou com essa imensa consolação. Portanto, é a mais indicada para nos mostrar o caminho da salvação e da alegria, passando pelo crisol do sofrimento em todas as suas formas. Do qual, porém, não podemos nos libertar, pois é legado do pecado original.

Nossa Senhora do Escolial (Virgem
de Los Dolores de El Escorial).
Aparições ocorridas na Espanha na 
década de 80 e começo da de 90. 
    O culto
    A devoção a Nossa Senhora das Dores tem suas origens em passagens dos Evangelhos que falam da presença da Virgem Maria no Calvário. Ela assumiu uma forma particular a partir do final do século XI e foi precursora da celebração litúrgica que foi instituída posteriormente.

O "Liber de passione Christi et dolore et planctu Matris eius", de autor desconhecido (erroneamente atribuído a São Bernardo), constitui o início de uma literatura que levou à composição, em várias línguas, do "Lamento da Virgem".

Prova dessa devoção é o popular "Stabat Mater" em latim, atribuído a Jacopone da Todi, que também compôs o famoso "Laudi" em vernáculo; dessa devoção originou-se a festa das "Sete Dores de Maria".

No século XV, ocorreram as primeiras celebrações litúrgicas da "compaixão de Maria" aos pés da Cruz, realizadas durante o Tempo da Paixão.

Em meados do século XIII, em 1233, a Ordem dos "Servos de Maria" foi fundada em Florença pelos Sete Santos Fundadores, inspirados pela Virgem.

A Ordem, cujo nome já definia a devoção à Mãe de Deus, distinguiu-se ao longo dos séculos pela intensa veneração e difusão do culto a Nossa Senhora das Dores. Em 9 de junho de 1668, a Sagrada Congregação dos Ritos permitiu à Ordem celebrar a Missa votiva das Sete Dores da Bem-Aventurada Virgem Maria. No decreto, mencionava-se que os frades servitas usavam o hábito preto em memória da viuvez de Maria e da dor que ela sofreu durante a Paixão de seu Filho.

Posteriormente, em 9 de agosto de 1692, o Papa Inocêncio XII autorizou a celebração das Sete Dores da Bem-Aventurada Virgem Maria no terceiro domingo de setembro.

Mas a celebração continuou a evoluir à medida que o culto se espalhava. Em 18 de agosto de 1714, a Sagrada Congregação aprovou a celebração das Sete Dores de Maria na sexta-feira anterior ao Domingo de Ramos. Em 18 de setembro de 1814, o Papa Pio VII estendeu a festa litúrgica do terceiro domingo de setembro a toda a Igreja, inserindo-a no calendário romano.

Finalmente, o Papa Pio X (1904-1914) fixou a data definitiva de 15 de setembro, imediatamente após a celebração da Exaltação da Santa Cruz (comemorada ontem), não mais comemorando as "Sete Dores", mas sim, mais apropriadamente, como "Bem-aventurada Virgem Maria das Dores".

 


As devoções (vide quadros abaixo, na postagem)

As Sete Dores de Maria correspondem a outros tantos episódios narrados no Evangelho:

1) A profecia do ancião Simeão, quando Jesus foi levado ao Templo: "E uma espada traspassará a tua alma".

2) A Sagrada Família é forçada a fugir para o Egito: "José, acordando, tomou o menino e sua mãe, de noite, e fugiu para o Egito".

3) A perda de Jesus e sua procura por três dias — Ele que ficara no Templo. Até que o encontraram: "Olha que teu pai e eu, aflitos, te procurávamos".

4) Maria, em meio às dores, encontra Jesus carregando a cruz a caminho do Calvário.

5) A Virgem Maria, aos pés da Cruz, em plena submissão à vontade de Deus, participa dos sofrimentos de seu Filho crucificado e moribundo.

6) Maria acolhe em seus braços seu Filho morto, coberto de chagas e de sangue, retirado da Cruz.

7) Maria confia o corpo de Jesus ao túmulo, aguardando a ressurreição. Passando pela experiência mística da "soledade" (a terrível sensação de sofrer a total ausência da presença de Jesus em sua alma por 36 horas). 

A liturgia e a devoção também compilaram a Ladainha de Nossa Senhora das Dores, em que a Virgem é invocada em todas as necessidades, reconhecendo todos os títulos e méritos de seu sofrimento pessoal.

A tradição popular identificou a meditação das Sete Dores na piedosa prática da Via Matris, que, como a Via Sacra, reconta as etapas históricas do sofrimento de Maria. Esses itinerários penitenciais estão surgindo cada vez mais, especialmente perto de santuários marianos, representados por esculturas, cerâmicas, estátuas de madeira e afrescos.


Como não se comover perante as Lágrimas de Dor e de Amor
de uma Mãe tão terna, boa e pura como a Virgem Maria?


As procissões penitenciais, típicas do período da Paixão de Cristo, incluem também a figura da Mãe Dolorosa seguindo o Filho morto, o encontro na subida ao Calvário e Maria aos pés do Crucifixo. Em certos municípios, as procissões devocionais assumem o aspecto de representações verdadeiramente evocativas, especialmente as do encontro entre a imagem de Maria, vestida de luto e pesarosa, e a de Jesus carregando a Cruz, todo ensanguentado e sofrendo.

Em alguns lugares, essas procissões, que na Idade Média também deram origem a representações sacras chamadas "Mistérios", conquistam uma participação popular tão forte que hoje constituem uma atração não só para a devoção e a penitência, mas também para o turismo e o folclore. Entre elas, destaca-se a grande procissão barroca de Sevilha.

Expressões artísticas:

O texto do famoso "Stabat Mater" inspirou músicos ao longo dos séculos; entre os mais ilustres estão Palestrina, Pergolesi, Rossini, Verdi e Dvořák.

A Virgem das Dores foi representada ao longo dos séculos em diversas formas artísticas, especialmente na pintura e na escultura, fruto do trabalho dos maiores artistas que, com seu próprio talento, buscaram expressar o profundo sofrimento de Maria.

A Virgem das Dores é geralmente retratada vestida de preto pela perda de seu Filho, com uma espada ou sete espadas transpassando seu coração.

Outro tema frequentemente representado é a Pietà, o penúltimo ato da Paixão, que ocorre entre a deposição e o sepultamento de Jesus.

Na arte, o termo "Pietà" refere-se à representação dos dois personagens principais, Maria e Jesus, mãe e filho; Maria o ampara deitada em seu colo ou à beira do túmulo junto com São João Apóstolo (Michelangelo e Giovanni Bellini). O "Lamento sobre o Cristo Morto" de Giotto é uma obra-prima que expressa a intensidade da dor dos presentes.

No Santuário de Nossa Senhora das Dores em Castelpetroso (Isernia), segundo a aparição de 1888, Jesus está deitado no chão e Maria, ajoelhada ao seu lado, com os braços estendidos, ambos chorando e oferecendo-o.

Devido à devoção generalizada a Nossa Senhora das Dores, toda cidade e vila possui uma igreja ou capela dedicada a ela; diversas confrarias de caridade e penitência, bem como numerosas congregações religiosas femininas e algumas masculinas, recebem o nome de Nossa Senhora das Dores, especialmente aquelas ligadas à antiga Ordem dos Servos de Maria, bem como a Congregação da Sagrada Paixão e Morte do Senhor, ou, simplesmente, Congregação dos Passionistas, fundada por São Paulo da Cruz

Aparição da Virgem Maria a São Paulo da Cruz,
vestida com o hábito negro, que Ela quer para os Passionistas, sinal
de seu luto pela Paixão e Morte de Cristo.  


O amor e a veneração pela Consoladora dos Aflitos e por sua "compaixão" produziram, sobretudo dentro da Ordem dos Servos, santos esplêndidos. Citamos alguns: os Sete Santos Fundadores, Santa Giuliana Falconieri, São Filipe Benizi, São Pellegrino Laziosi, Santo Antônio Maria Pucci, São Gabriel de Nossa Senhora das Dores (Passionista). Acima de tudo, São João Apóstolo e Evangelista, sempre ao seu lado para confortá-la e compartilhar sua dor indizível, acompanhando-a até o fim de sua vida.

* Nota: aqui no Ceará – Brasil (região Nordeste), mais propriamente na cidade de Juazeiro do Norte, viveu e morreu santamente o famoso Servo de Deus Padre Cícero Romão Batista, grande devoto e apóstolo da devoção a Nossa Senhora das Dores, que é patrona e titular da Igreja Matriz de Juazeiro do Norte, tornada Basílica Menor pelo Papa Bento XVI, de saudosa memória.

O nome Addolorata era amplamente utilizado no sul da Itália, mas, devido ao seu significado óbvio, há agora uma tendência a substituí-lo por seu derivado espanhol, Dolores.

 

Fonte:
Site: “Santi, Beati e Testimoni”.

Autor do primeiro texto: Pe. Libório Siniscalchi.

Autor do segundo texto: Antonio Borrelli.

(Ambos os textos foram traduzidos do italiano, com correções nos textos e acréscimos feitos pelo administrador deste site, para melhor entendimento em língua portuguesa.)


AS SETE PRINCIPAIS DORES E LÁGRIMAS DE MARIA: 



























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