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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

ORAÇÃO A SÃO PIO DE PIETRELCINA - Festa em 23 de setembro (pode ser rezada em qualquer dia, ou mesmo diariamente).


Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, eu Vos adoro, louvo e Vos rendo graças por terdes dado à Igreja e ao mundo o vosso servo, amigo, sacerdote e alma vítima, Padre Pio de Pietrelcina.

Frade simples, humilde, obediente, de pureza angélica e fiel à vossa vontade, configurou-se à Imagem do Cristo Sofredor, reparando, com suas orações, sofrimentos e total submissão a Deus, os muitos pecados da humanidade ingrata.

Isso atraiu sobre si o ódio do inferno e de seus demônios, que lhe desferiram mil tormentos, como: gritos e urros horríveis, visões obscenas, ameaças, agressões verbais e físicas – praticamente diárias. Manifestações essas testemunhadas por seus familiares e, depois, por seus irmãos de comunidade religiosa, bem como por moradores da vizinhança do convento.

Sua caridade ardente por Cristo levou-o aos mais elevados graus de perfeição espiritual e de oração mística, à semelhança de Santa Teresa de Jesus e de São João da Cruz, como: união com Deus e matrimônio espiritual, passando, também, por terríveis e purificantes noites escuras da alma.

Foi agraciado pelos dons da transverberação do coração e dos santos estigmas, que o tornaram ainda mais semelhante ao seu amantíssimo Jesus Crucificado. Desde a mais tenra idade, Jesus, a Santíssima Virgem Maria, alguns Santos – especialmente São Francisco de Assis – e seu Anjo da Guarda (a quem via diariamente) apareciam-lhe para santas conversações, revelações, orientações e/ou consolações.

Seu ardente amor pelas almas dos pecadores o levaram a duras penitências pela conversão e salvação delas, bem como dedicando longas horas – cerca de 12 a 14 – no confessionário, diariamente, atendendo aos penitentes que o procuravam.

Sacerdote do Deus Altíssimo, celebrava a Santa Missa com tão ardentes amor e fervor. Ele contemplava, perante seus olhos, de forma sobrenatural, a Sagrada Paixão e Morte de Cristo. Ele participava, também, de suas dores e angústias, que o levavam às lágrimas. Isso enternecia o crescente número de fiéis que buscavam assistir às suas Missas.

Amado e venerado por muitos, ele, infelizmente, foi mal compreendido, caluniado, difamado e até “interditado” em suas funções sacerdotais, devido a desconfiança, despeito, inveja ou ódio, inclusive por membros do próprio clero e por alguns bispos, sofrendo em sua alma com tamanha tristeza e dores que igualavam ou até mesmo superavam os sofrimentos que padecia em seu corpo.

Pedimos, ó Deus Eterno, Uno e Trino, pelos muitos méritos e pelas poderosas preces de vosso servo São Pio de Pietrelcina, que tanto vos amou na terra e vos ama ainda mais no Céu, na eterna contemplação de vossa Face, a (s) graça (s) que pedimos / necessitamos: ____________; se for (em) para o bem de nossa (s) alma (s) e para a vossa maior glória, bem como para a honra de vosso amado Padre Pio. Amém!


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Orações finais: 

1. Em honra de Deus Pai, por ter criado, chamado à vida e eleito para o serviço da Santa Igreja e bem das almas a São Pio de Pietrelcina:

1 PN, 1 AV e 1 Glória. São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!

2. Em honra de Deus Filho Humanado, por ter feito São Pio seu sacerdote, conforme o seu Sagrado Coração, e por tê-lo feito muito semelhante a Ele mesmo:

1 PN, 1 AV e 1 Glória. São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!

3. Em honra de Deus Espírito Santo, por todos os dons, carismas e frutos espirituais que concedeu à santa alma de São Pio de Pietrelcina:
1 PN, 1 AV e 1 Glória. São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!






 

 

Irmã Justina Bisqueyburu, Filha da Caridade e Vidente do Imaculado Coração de Maria, do Escapulário Verde - 23 de setembro.


O Escapulário Verde é um sacramental que a Santíssima Virgem nos entregou por intermédio de Irmã Justina Bisqueyburu, contemporânea de Santa Catarina Labouré (a quem a Virgem entregou a Medalha Milagrosa). Ambas são Filhas da Caridade. Irmã Justina foi muito favorecida pela Santíssima Virgem com várias aparições e morreu no cheiro de santidade no ano de 1903.

Em 28 de janeiro de 1840, irmã Justina estava em seu retiro de noviciado e estava rezando na Capela do convento, quando de repente teve uma aparição da Santíssima Virgem.

A Virgem Santíssima apareceu-lhe com um vestido longo de seda branca, deixando os seus pés à vista. Sobre seu vestido um manto azul-claro. Seu cabelo estava caindo sobre seus ombros e não estava coberto por um véu. Irmã Justina notou que as mãos da Virgem estavam perto do seu peito e seguravam o seu Imaculado Coração, do qual saiam chamas resplandecentes. A Santíssima Virgem não transmitiu nenhuma mensagem.

Esta mesma visão repetiu-se no final da aposentadoria e em cinco outras vezes durante o curso do seu noviciado. Em nenhuma ocasião a Virgem Santíssima pronunciou alguma palavra, porém os detalhes em cada uma das visões foram os mesmos.

Depois que Irmã Justina fez sua profissão religiosa, a congregação enviou-a para um povo chamado Blangy, lá trabalharia com as Irmãs de sua Ordem. Pouco depois de chegar, a comunidade estava reunida para celebrar a festa do nascimento da Santíssima Virgem Maria. Irmã Justina estava em oração meditando sobre a grandeza desta celebração. De repente teve uma nova visão, desta vez diferente das ocasiões anteriores.

A Santíssima Virgem aparece-lhe vestida como nas outras ocasiões: com um vestido de seda branca coberto pelo manto azul pálido e nas suas mãos segurando o Imaculado Coração, resplandecente com as mais intensas e deslumbrantes chamas que saiam dele. Mas tinha algo diferente: na mão esquerda ele segurou o que parecia ser um escapulário ou um distintivo de algum tipo.

Ao contrário de outros escapulários (como o carmelita, por exemplo), este tinha um quadrado de tecido em vez de dois. O quadrado de tecido estava amarrado com atacadores verdes. Nele estava uma imagem da Virgem da mesma forma que a tinha aparecido a irmã Justina nas suas visões anteriores, segurando na sua mão direita o seu Imaculado Coração. Ao virar a imagem, a religiosa viu “um coração ardendo com raios mais deslumbrantes que o sol e tão transparente quanto o cristal”.




Durante esta visão, foi revelado por uma revelação interior o significado desta aparição. Esta visão representava um novo meio para alcançar graças: o Escapulário do Imaculado Coração. Este escapulário seria um poderoso instrumento para a conversão de almas, especialmente aquelas que não têm fé, e que por meio dele a Virgem Santíssima obteria para eles, através do seu Filho, a graça de uma morte na graça de Deus. Foi também dito à religiosa o desejo da Mãe de Deus de que o escapulário se espalhasse por todo o lado para que estas graças particulares cheguem a todas as almas que abracem esta devoção.

Em aparições subsequentes, a Virgem apareceu da mesma forma, insistindo para que a devoção a este escapulário se espalhasse. Finalmente, os Escapulários começaram a ser fabricados e distribuídos pelas Irmãs em Paris, depois por toda a França e fora dela. Para esse fim, as Irmãs tinham recebido a aprovação formal e o impulso necessário de Sua Santidade, Papa Pio IX, em 1870.


A forma deste escapulário:

Consiste em um pedaço de tecido verde com dupla representação gráfica: na frente carrega a imagem de Maria, mostrando seu coração virginal, no centro do seu peito, segurando-o com suas mãos imaculadas. Seu coração aparece trocado por uma espada e coroado de chamas. Este mesmo coração, em grande tamanho, aparece no verso, rodeado pela oval que forma esta inscrição:


Imaculado Coração de Maria, rogai por nós agora e na hora da nossa morte”.


Presidindo a oval da inscrição figura uma cruz dourada. O objetivo específico deste escapulário é o convite para rezar, recorrer ao Imaculado Coração de Maria com confiança e pedir, acima de tudo, pelos pecadores. Temos que recitar, nos disse Irmã Justina, pelo menos uma vez por dia a jaculatória do verso.


Dom para os doentes

Este escapulário foi dado por Nossa Senhora, particularmente como um dom para os doentes. Pode ser colocado em suas roupas, na sua cama ou no seu quarto. Se a pessoa a quem se aplica não disser a jaculatória, quem lhe forneceu o escapulário, pode dizê-la pelo doente.

Os prodígios que produziram este escapulário atestam a bênção e o cumprimento da promessa da Virgem a todos os que o levam e digam a jaculatória: “Fará grandes conversões, especialmente para alcançar a boa morte aos pecadores e aos que não têm fé”.




O Escapulário Verde não requer nenhuma fórmula particular de investidura, mas apenas a bênção de algum padre católico. Diferente de outros escapulários que tornam necessário usá-los, o Escapulário Verde pode usar ou estar com um, e até tê-lo entre os pertences de um. A jaculatória encontrada no Escapulário deve ser rezada pelo menos diariamente: “Imaculado Coração de Maria, rogai por nós agora e na hora da nossa morte”.

Se a pessoa para quem estas graças são procuradas não faz a oração, então deve ser rezada pela pessoa que está dando o Escapulário.

As graças particulares deste Sacramental são para induzir e aprofundar a devoção ao Imaculado Coração de Maria e para a conversão de corações e almas. E através do uso devoto deste Escapulário, muitas graças foram obtidas e passadas para muitos e muitas vezes, como será testemunhado por uma grande diversidade de almas.

Observação importante:

Atualmente não há nenhum processo formal de beatificação ou canonização aberto para a Irmã Justina Bisqueyburu no Vaticano.

Apesar de sua vida virtuosa e de ter sido a confidente de Nossa Senhora nas aparições que deram origem à famosa devoção do Escapulário Verde em 1840, ela não possui o título oficial de "Serva de Deus", "Venerável" ou "Beata".

Aqui estão os principais motivos pelos quais ela não está em processo de beatificação:

Desejo absoluto de anonimato: A Irmã Justina guardou segredo absoluto sobre as suas visões místicas durante toda a vida. Ela só falava sobre o assunto com a sua superiora e com o seu diretor espiritual.

Falta de uma causa oficial: Para que uma beatificação comece, uma diocese ou a sua própria ordem religiosa (as Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo) precisa abrir formalmente uma causa junto ao Vaticano, o que não ocorreu até o momento.

Foco na mensagem, não na vidente: Assim como aconteceu com outras devoções vicentinas, a Igreja focou em aprovar e espalhar o sacramental do Escapulário Verde (aprovado pelo Papa Pio IX em 1870), mantendo a figura da religiosa resguardada no silêncio que ela mesma escolheu.

Embora ela tenha falecido com fama de santidade em 1903, sua memória é celebrada de forma interna e devocional na família vicentina, sem uma data correspondente no calendário litúrgico universal da Igreja Católica. 



SÃO PIO DE PIETRELCINA, presbítero capuchinho, único padre estigmatizado, alma vítima e adoradora, apóstolo do confessionário.


Nota:
Trago aos leitores do blog um resumo da vida de São Pio de Pietrelcina, conhecido pelos devotos como "Santo Padre Pio" ou "São Frei Pio". 
Gosto muito de Padre Pio. Já li cerca de cinco livros sobre sua vida e obras e, sem sombra de dúvida, digo e afirmo que foi o maior santo do século XX, além de ter sido um dos maiores da História da Igreja. 
Disponho também de um grande acervo fotográfico e iconográfico desse famoso capuchinho italiano estigmatizado, que demandaria algumas outras publicações para que disponibilizasse ao menos a metade. 
Não estranhem se outras vezes eu escrever ou publicar artigos vindos de outras fontes sobre esse grande santo que, à semelhança de Cristo, "passou pela vida fazendo o bem" e "era um homem das dores, experimentado pelo sofrimento". 


 Francesco Forgione, futuro Padre Pio, nasceu na cidade italiana de Pietrelcina no ano de 1887. Desde menino nasceu-lhe o desejo de seguir a Deus por meio da vida religiosa na Ordem dos Frades Franciscanos Capuchinhos. Distinguiu-se desde a infância e adolescência por uma profunda piedade, humildade, pobreza e amor ao recolhimento e à oração. Desde criança, tinha frequentes visões de Jesus, de Maria Santíssima, de seu Anjo da Guarda e de alguns Santos, coisa que achava bastante "comum" e até corriqueira. Uma vez, estranhou muitíssimo quando descobriu que as demais pessoas não tinham as visões ou "visitas" celestes das quais gozava, pois, sinceramente, achava, em sua humildade, que todos tinham. 
Tinha grande admiração pelos frades capuchinhos, graças à visita que um frade da Ordem fez à cidade onde morava. Causava-lhe devoção e fervor o santo hábito que usava. Na adolescência, pediu admissão entre os religiosos.
Aos 25 anos foi ordenado sacerdote. Padre Pio meditava diariamente (e com muito fervor) a sagrada Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Muitas vezes era flagrado na capela do convento, absorto em profundo êxtase diante do crucifixo e banhado em lágrimas. 

Certo dia, aproximadamente um ano após sua ordenação sacerdotal, ouviu-se um forte grito “de dor” que vinha da capela. Todos os religiosos daquele convento acorreram ao local e, para espanto de todos, das mãos, pés e do lado direito do peito do Pe. Pio, corria sangue em abundância. O milagre se realizará. Aquele que tanto amava a Cristo Crucificado, o Redentor, estava marcado com Seus sinais da Paixão! Aquelas chagas que marcaram as mãos, pés e peito do pobre padre foram-lhe causa de indizíveis sofrimentos, físicos (devido às fortes dores que sentia constantemente) e espirituais, pois muitos não acreditavam no fato, atribuindo-lhe fraude ou embuste. Muitos médicos examinaram o reverendo padre, sem encontrar nenhuma explicação para o fato. Coisa que causava muita admiração era o fato de que as chagas não saravam nunca, apesar de curativos, e também a constatação de que o sangue, que frequentemente lhe corria, tinha odor de perfume de rosas ou de violetas. Interessante que, apesar de agraciado por um dom celeste tão proeminente (era o primeiro sacerdote estigmatizado da história da Igreja), São Pio conservava-se em sincera e profunda humildade. Não considerava os estigmas como "sinais de que ele era santo"; muito pelo contrário! Tinha em consideração que os estigmas eram "castigos" por seus pecados e instrumentos de penitência para expiá-los. Envergonhava-se deles e tentava a todo custo escondê-los. Só os mostrava sob ordens do padre superior ou quando solicitado pelos médicos que iam investigar o fenômeno.


 Padre Pio era um místico, porém, não vivia abstraído da realidade do mundo. Vivia em contínua comunhão com Deus, mantendo-se também em comunhão com seus filhos e filhas espirituais. Amava imensamente o rebanho a ele confiado. Era um verdadeiro pai. Como pai, agia de acordo com a necessidade de seus filhos e filhas. Às vezes era dulcíssimo. Às vezes era enérgico e até ríspido, principalmente para com aqueles que se aproximavam dele ou iam ao seu confessionário movidos apenas por curiosidade ou para testá-lo. Como ele mesmo era um grande sofredor e estava em contínua sintonia com o Cristo Crucificado que "vivia nele", Padre Pio também possuía um imenso amor pelos pecadores arrependidos, pelos sofredores, pelos enfermos e pelos pobres. Socorria-os como podia em suas necessidades. Em todos, via estampada a imagem do Cristo Sofredor e Desprezado.   

Dedicou-se sobremaneira ao apostolado por meio do Sacramento da Confissão, dedicando diariamente várias horas (cerca de doze a catorze horas por dia) a atender confissões. Seu púlpito era o confessionário. Lá, diariamente, quer chovesse, fizesse sol ou nevasse, acorriam multidões de penitentes que marcavam o momento para a confissão com bastante antecedência. Ricos e pobres, desconhecidos ou famosos, leigos e clérigos, incultos ou cultos, todos vinham ajoelhar-se diante do humilde capuchinho e ali deixavam seus pecados para serem lavados pelo Sangue do Cordeiro. Não adiantava esconder-lhe nada. Possuía o dom do discernimento dos espíritos e de ler as consciências. Os pecados esquecidos ou propositalmente não revelados eram-lhe perfeitamente claros, o que causava não pouco espanto e temor naqueles que escutavam seus conselhos ou exortações.

Durante anos, fez campanha para a construção de um grande hospital (que existe ainda hoje) que visa atender doentes físicos e mentais pobres, que não têm família ou abandonados: Hospital Alívio do Sofrimento (Ospedale Sollievo della Sofferenza). Seu espírito de união com o Senhor, por meio da oração, fez com que ele formasse na paróquia e cidade do convento onde morava (San Giovanni Rotondo), os chamados “Grupos de Oração”, que têm por finalidade o aperfeiçoamento espiritual dos fiéis, movimento esse que se espalhou pelo mundo todo. 


Pela graça divina, Padre Pio era riquíssimo em dons espirituais. Muitos são aqueles que testemunham (inclusive pessoas de autoridade incontestável) dons tais como: dom de bilocação (ser visto por pessoas e conversar com elas estando em dois lugares ao mesmo tempo), dom de ler as consciências, dom de profecia, êxtases frequentes na oração, dom das lágrimas ao celebrar a Santa Missa, seu corpo que constantemente ardia em febre muito alta (para medi-la era necessário usar um termômetro veterinário, visto que passava dos 42 graus), dom dos perfumes (pessoas que se aproximavam do padre sentiam perfumes diferentes que às vezes impregnavam objetos que ele tocava), etc.
No ano de 1968 (23 de setembro), após uma vida longa (81 anos de idade) e virtuosa, São Pio de Pietrelcina deixa este mundo, e parte para o Pai Celeste que o criou e tornou tão semelhante ao Cristo! No Céu, possa ele interceder por todos nós! Foi beatificado em 2 de maio de 1999 e canonizado em 16 de junho de 2002, ambos pelo Santo Padre João Paulo II.

São Pio de Pietrelcina não era um grande pregador ou um padre sábio e douto. Era um santo, e sua santidade e exemplo de vida atraíam a todos aqueles que verdadeiramente tinham sede e fome de Deus. Uma vez — contam seus biógrafos — lhe perguntaram: "Reverendíssimo padre, quem é 'frei Pio' para o senhor? Como o senhor se define? O santo respondeu: "Sou apenas um pobre padre que reza e celebra a Santa Missa". Creio que não exista uma definição melhor do que essa para definir a grandiosidade de São Pio: um homem de profunda oração (vivia em contínuo estado de oração) e que celebrava a Santa Missa com um amor, respeito e veneração dignos de um anjo



Durante a Santa Missa, ao aproximar-se o momento sublime da Consagração e do Milagre da Transubstanciação, o padre se transfigurava, como se realmente (ele confirmou esse fato diversas vezes) estivesse contemplando a Paixão e Morte de Jesus. Muitas vezes chorava copiosamente e as dores de suas chagas recrudesciam com violência diante do "espetáculo" que se desenrolava diante de seus olhos.
O padre estigmatizado de Pietrelcina fica para o mundo e para a Igreja como um farol de luz, a mostrar como um sacerdote deve ser: todo de Cristo e todo da Igreja! Uma alma vítima, constantemente imolada e em imolação pelas almas dos pecadores.
Que no céu, onde reina ao lado do Senhor Jesus, a quem tanto amou e serviu durante sua vida na terra, ele possa interceder por cada um de nós, para que sejamos arrancados, pela graça, das trevas do comodismo e da inércia espiritual, que são talvez os dois piores males que afligem as almas de tantos católicos e cristãos nos dias atuais. 

Que ele nos ensine a seguir e a servir ao Cristo, na cruz cotidiana, em meio aos sofrimentos recebidos e suportados com paciência e amor, sem murmurações, antes acolhidos como tesouros preciosos que Deus Pai nos concede por Cristo Jesus. 

São Pio de Pietrelcina, servo e amigo de Jesus Crucificado, rogai por nós e por todos os sacerdotes! Amém!








REGISTROS FOTOGRÁFICOS E IMAGENS (GERADAS POR IA) DO SANTO: 



São Pio de Pietrelcina rezava vários terços por dia.




Padre Pio, por vezes, era enérgico e sério quando
necessário. Porém, gozava de imensa alegria.



O belo sorriso de Padre Pio.


São Pio de Pietrelcina em momento de descontração.
Que belo sorriso de um santo!



São Pio de Pietrelcina sorrindo bastante.


São Pio de Pietrelcina sendo visitado por militares.



São Pio, já bastante idoso, sendo amparado
 por um confrade capuchinho.


O carinho e a dedicação dos confrades capuchinhos.




São Pio batizando um recém-nascido. Observa-se a modéstia
nas vestes do povo católico da época.



São Pio de Pietrelcina, baluarte da Igreja Católica.



Se São Pio de Pietrelcina fosse o frade "ríspido" ou
"rígido" que alguns acham que ele foi, será que mereceria
o cândido e espontâneo sorriso das crianças e demais
irmãos de Ordem e de fiéis que o procuravam? 


Sim! Apesar de, às vezes, São Pio precisar
ser severo com alguns que o procuravam: 
todos porque, de alguma forma, mereciam
alguma exortação do Santo. São Pio, em
seu dia a dia, era um frade e sacerdote 
muito alegre e divertido. Apesar das atrozes
dores de suas chagas, tinha um sorriso largo
e era, por vezes, brincalhão, mas, sem exageros
e sem ofender a Deus em nenhum momento.




Bela imagem do Santo que poderá ser usada para fazer 
um quadro com ela. 



Quem quiser ter acesso à minha pasta no Pinterest com várias imagens de São Pio, acesse o link (é assim mesmo, bem grande). É só copiar, colar na barra de busca do navegador e clicar. Irá abrir minha pasta sobre São Pio. Seja um (a) seguidor (a)! 

https://br.pinterest.com/naniedani/s%C3%A3o-pio-de-pietrelcina-padre-pio/?request_params=%7B%221%22%3A%20130%2C%20%227%22%3A%201192620192559128503%2C%20%228%22%3A%20388646711533269933%2C%20%2230%22%3A%20%22S%5Cu00e3o%20Pio%20de%20Pietrelcina%20-%20Padre%20Pio%22%2C%20%2232%22%3A%2045%2C%20%2233%22%3A%20%5B388646642868521967%2C%20388646642868164547%2C%20388646642868050045%2C%20388646642868050044%2C%20388646642867915302%2C%20388646642867838369%2C%20388646642867838355%2C%20388646642867838353%2C%20388646642867738417%2C%20388646642867738415%2C%20388646642867738391%2C%20388646642867714674%2C%20388646642867714662%2C%20388646642867440797%2C%20388646642867420498%2C%20388646642867399053%2C%20388646642867399048%2C%20388646642867399031%2C%20388646642867399029%2C%20388646642867399025%5D%2C%20%2236%22%3A%20%5B388646711533269933%5D%2C%20%2237%22%3A%20%22S%5Cu00e3o%20Pio%20de%20Pietrelcina%20-%20Padre%20Pio%22%2C%20%2234%22%3A%200%2C%20%22102%22%3A%204%7D&full_feed_title=S%C3%A3o%20Pio%20de%20Pietrelcina%20-%20Padre%20Pio&view_parameter_type=3069&pins_display=3





LADAINHA DE SÃO PIO DE PIETRELCINA

 

LADAINHA A SÃO PIO DE PIETRELCINA

Senhor, tende piedade de nós!

Jesus Cristo, tende piedade de nós!

Senhor, tende piedade de nós!

Jesus Cristo, ouvi-nos!

Jesus Cristo, atendei-nos!

Pai Celeste, que foi Deus, tende piedade de nós!
Filho, Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós!

Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós!

Santa Maria, rogai por nós!

Santa Mãe de Deus, rogai por nós!

Santa Virgem das virgens, rogai por nós!

Rainha de todos os santos, rogai por nós!

Nossa Senhora da Graça, rogai por nós!

São Padre Pio de Pietrelcina, rogai por nós!

São Pio, glória da Ordem Franciscana, rogai por nós!

São Pio, digno filho de São Francisco,

São Pio, sacerdote do Deus Altíssimo,

São Pio, perfeito adorador da Eucaristia,

São Pio, enamorado da Paixão e Morte de Cristo,

São Pio, apóstolo do confessionário,

São Pio, pai espiritual e pastor de muitas almas,

São Pio, devoto e sufragador das almas do Purgatório,

São Pio, terror dos demônios,

São Pio, piedosíssimo na celebração da Santa Missa,

São Pio, portador humilde dos estigmas de Cristo,

São Pio, grande taumaturgo,

São Pio, místico rico em dons e carismas extraordinários,

São Pio, intercessor maravilhoso perante Deus,

São Pio, religioso exemplar,

São Pio, casto e puro,

São Pio, obediente em tudo aos seus superiores,

São Pio, pobre e desapegado, rogai por nós!


Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor!

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor!

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós!


Rogai por nós, glorioso São Pio de Pietrelcina.

Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!


Oração:

Deus eterno e todo-poderoso, que destes ao presbítero São Pio a graça singular de participar da cruz de vosso Filho e, por seu ministério, renovastes as maravilhas da vossa misericórdia. Concedei-nos, por sua intercessão, que nos associemos continuamente à paixão de Cristo e cheguemos alegremente à glória da ressurreição. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém!


Ou:

Ó Jesus, Vós que, por vosso servo, São Pio de Pietrelcina, revelastes vosso Amor, Misericórdia e Poder a tantas almas, e que fizestes dele perfeito imitador vosso, por meio do sofrimento e oblação de vida, fazei que, com sua intercessão e méritos, possamos, também nós, ser associados aos méritos de vossa Santa Cruz e Santas Chagas. Vós, que viveis e reinais com o Pai, na Unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém!