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Encontre o (a) Santo (a), Beato (a), Venerável ou Servo (a) de Deus

terça-feira, 4 de outubro de 2022

SANTA JOANA ANTIDA THOURET Virgem e Fundadora.


24 de agosto: Santa Joana Antida Thouret, virgem, que nesta cidade prosseguiu a vida religiosa, interrompida durante a Revolução Francesa, juntamente com algumas companheiras, e tempo depois, em Besanzón deu início a uma nova sociedade Congregação de Irmãs de A Caridade de Santa Joana Antida Thouret, dedicada a garantir a formação civil e cristã da juventude, a atenção às crianças abandonadas, aos pobres e aos doentes, terminando finalmente os seus dias estenuada pelas tribulações suportadas ( † 1826).

Uana Antide-Thouret nasceu em 27 de novembro de 1765, em Sancey-le-Long, perto de Besançon. Seu pai era curtidor. Joana era a quinta filha de uma grande família. Aos dezesseis anos perdeu a mãe e, até a idade de 22 anos, dedicou-se a cuidar de seu pai; depois, Deus a chamou claramente para a vida religiosa. Entrou no convento das Irmãs da Caridade, em Paris. Durante o postulado e o noviciado, adoeceu gravemente duas vezes. Além disso, quando eclodiu a Revolução, o trabalho das Irmãs da Caridade foi mal tolerado, sofreu uma perseguição constante por parte das autoridades, até que, em 1793, as religiosas foram dispersas, antes de Joana fazer sua profissão. Pedindo esmola, fez a viagem a pé até Sancey-le-Long. Seu pai já tinha morrido, e um dos seus irmãos tinha-se tornado revolucionário, o que causou grande pesar a Joana. A santa foi morar com a madrasta e abriu uma escola gratuita. De manhã, ensinava as crianças da aldeia a ler e escrever e instruía-as na doutrina cristã. O resto do dia e parte da noite, passava-os em visitas aos doentes e necessitados da paróquia. Como se fosse pouco, dava abrigo aos padres perseguidos para que eles pudessem celebrar a missa e administrar os sacramentos. Por isso, ela foi denunciada repetidas vezes às autoridades, mas com sua encantadora franqueza desarmava todo mundo. No entanto, em 1796, teve de se refugiar na Suíça, onde viveu com as Irmãs do Retiro Cristão, uma congregação fundada em Friburgo pelo venerável Antonio Receveur. Joana acompanhou as religiosas para a Alemanha e, ao fim de algum tempo, retornou ao cantão suíço de Neufelnitel, a pé e pedindo esmola. Foi aí que ele conheceu o P. de Chaffoy, vigário-geral de Besançon, que, vendo que as circunstâncias haviam melhorado na França, a convidou a regressar à sua pátria para cuidar de uma escola. Joana resistiu no início, alegando que não tinha formação adequada na disciplina religiosa. Mas o P. de Chaffoy respondeu: É verdade. E, no entanto, tenho certeza da sua capacidade de fazer o que eu peço. O que é preciso é coragem, virtude e confiança em Deus, precisamente as qualidades que a adornam».




A escola de Besançon foi inaugurada em abril de 1799. Em outubro, a fundação contava já com quatro membros, e a escola mudou-se para uma casa mais espaçosa, à qual as religiosas adicionaram um dispensário e uma sala de jantar gratuita. Em 1800, as religiosas eram já doze, e o noviciado regular começou. Santa Joana foi muito criticada por ter fundado uma nova congregação em vez de voltar ao seu antigo instituto quando o Concordato foi assinado em 1801, e ela não estava totalmente tranquila sobre esse ponto, até que o P. de Chaffoy o fez entender que não tinha compromisso com sua antiga congregação. Com efeito, Joana não tinha chegado a fazer a profissão, a Revolução tinha-a arrancado à comunidade e a vida comunitária ainda não estava legalmente restabelecida. Além disso, tinha fundado a nova congregação por obediência às autoridades eclesiásticas. A pedido do prefeito da cidade, Joana aceitou a morada do manicômio feminino de Belleveaux, onde não só havia doentes mentais, mas também órfãs, mendigas e criminosos. Por ter aceitado a direção dessa instituição, levantou-se contra ela uma onda de ódio e hostilidade que, durante algum tempo, impediu o progresso da congregação. Mas finalmente, em 1807, o arcebispo de Besançon, Mons. Le Coz aprovou oficialmente a congregação. Em 1810, as Irmãs da Caridade de Besançon já tinham casas na Suíça e Sabóia. Nesse ano, Joaquin Murat, rei de Nápoles, cedeu a Santa Joana o convento de Regina Coeli para administrar um dos hospitais da cidade. A santa mudou-se para Nápoles com sete religiosas e lá permaneceu até 1821, ocupada a organizar a educação das meninas, o cuidado dos doentes e a situação econômica da comunidade. Uma das coisas que ele fez foi rescindir as leis que deixavam as religiosas à mercê das autoridades civis e proíbem que as comunidades estabelecidas em Nápoles dependessem de uma mãe general estrangeira.


Pio VII aprovou o ensino médio em 1818. No ano seguinte, ele confirmou isso por um breve. Infelizmente, em vez de se regozijarem e aproveitar a nova estabilidade que conferia à congregação a aprovação pontifícia, as religiosas dividiram-se. Esse cisma foi a grande dor nos últimos anos da fundadora. Na breve aprovação, a Santa Sé tinha feito ligeiras modificações à regra e tinha previsto que todos os conventos das Irmãs da Caridade sob a proteção de São Vicente de Paul (pois esse era o nome oficial) deviam depender dos bispos locais e não do arcebispo de Besançon, como até então estava estabelecido. O arcebispo de Besançon, Mons. Cortois de Pressigny, que tinha uma mentalidade galicana, declarou que não estava disposto a admitir essa cláusula. Assim, ele separou do resto da congregação todos os conventos da sua diocese e ainda proibiu as religiosas de receberem sua fundadora e superiora geral. Em 1821, Santa Joana foi para a França e passou 18 meses em Paris, tentando em vão resolver as dificuldades. Como último recurso, foi apresentado pessoalmente na casa mãe de Besançon, mas as religiosas recusaram-se a recebê-la. Do ponto de vista da caridade e da análise dos factos, podemos assumir que as religiosas procederam assim por obediência ao arcebispo e não por espírito de partido. Felizmente, antes do cisma se tornar definitivo, muitas das religiosas de Besançon tomaram partido em favor da sua superior e das disposições da Santa Sé. Santa Joana escreveu: «Pelo que toca aos assuntos da França, deixemos tudo nas mãos da Providência. De acordo com o conselho da Santa Sé, fizemos tudo o que podíamos para restabelecer a unidade e ainda não o conseguimos. Portanto, não nos resta senão deixar tudo à misericórdia de Deus, em cujas mãos nos colocámos há muito tempo. Que tudo seja para a glória Dele! » A santa regressou a Nápoles. Após três anos, em que trabalhou com vontade fundando novos conventos em diversas partes da Itália, morreu tranquila em 24 de agosto de 1826. Joana Antide-Thouret foi canonizada em 1934.

A famosa "Oração de São Francisco" : Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz", não é dolo Santo.

Texto legítimo da benção a
Frei Leão 


 A (falsa) oração de São Francisco: "Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz..."

A  "Preghiera semplice" ("Oração simples") de São Francisco: uma falsificação do Século XX. 

É a mais célebre oração franciscana depois do "Cântico das Criaturas", homenageada por canções, santinhos, discursos solenes e expressões artísticas e religiosas de todo tipo. Pena que não tem nada a ver com São Francisco de Assis.

A Oração Simples é a mais clamorosa falsificação da espiritualidade contemporânea. Tanto mais clamoroso justamente porque contemporâneo. Não se trata, de fato, de uma antiga oração erroneamente atribuída ao santo de Assis, mas de um texto "juveníssimo", visto que foi escrito há apenas um século.

Permitiu que se "emboscasse" entre os escritos do Poverello, além da extraordinária beleza e o espírito – isso, sim  – autenticamente franciscano, também o fato de que as poesias de Francisco de Assis representam um universo tão povoado quanto diversificado e descontínuo. 

Como por exemplo o caso do "Lodi di Dio Altissimo" ("Louvores a Deus"), que o santo escreveu na volta da viagem ao Egito, no qual há inclusive a assinatura do próprio Francisco, guardado, hoje, no Sacro Convento di Assisi. Segundo o testemunho de frei Leão, Francisco escreveu a oração no Santuário do Monte Alverne, depois de receber os estigmas. No mesmo papel, no verso, Francisco traçou, depois, uma benção para frei Leão, que guardou a pergamena até sua morte dentro de um bolso costurado no hábito, à altura do coração.

A "Preghiera davanti al Crocifisso" ("Oração diante do Crucifixo"), ao contrário, nos foi transmitida por uma tradição antiquíssima, que a situa em 1206, ou seja, nos primeiríssimos tempos da conversão, quando o jovem Francisco se questionava ainda sobre o caminho a seguir, enquanto a paternidade do "Cantico delle creature" ("Cântico das Criaturas") é atestada por muitas fontes, entre as quais as memórias dos companheiros mais íntimos, como o próprio frei Leão.

A tradição que atribuiu a Oração Simples a São Francisco, ao invés, se formou mesmo no curso do Século XX, mas se arraigou de tal forma que é aceita também pelos guardiães das memórias Bufão de Deus.

Uma verdadeira legenda contemporânea, portanto, cultivada no século do racionalismo e da ciência e que se formou nos mesmos anos em que os estudos sobre São Francisco davam passos de gigantes graças à descoberta, em Perúgia, em 1922, de um manuscrito que revolucionaria os estudos franciscanos: aquele que restou conhecido como "Legenda Perugina", e no qual – como demonstrou Raoul Manselli – se podem rastrear as lembranças dos companheiros mais próximos do Santo. 

Como nasceu, então, a tradição que deseja que a Oração Simples tenha sido composta por São Francisco de Assis?

“Na realidade, trata-se de uma história tão singular quanto bela”, explica Alfonso Marini, francescanista e docente de História Medieval na Universidade la Sapienza de Roma. Um acontecimento ao qual o historiador Christian Renoux dedicou um livro inteiro: "La prière pour la paix attribuée à saint François, une énigme à résoudre" ("A oração pela paz atribuída a São Francisco, um enigma a solucionar"), publicado por Edizioni francescane, Paris, 2001, e ainda inédito na Itália.

Tudo se inicia em dezembro de 1912, quando a poesia é publicada pela primeira vez na França, na revista eclesiástica "La Clochette", pelo padre Esther Bouquerel. O texto estava em francês, anônimo, e se intitulava "Belle prière à faire pendant la messe" ("Bela oração para fazer durante a missa").

“La Clochette – explica padre Pietro Messa, reitor da "Scuola superiore di studi medievali e francescani" de Roma – era o órgão da "Ligue de la Sainte-Messe" ("Liga da Santa Missa"), uma pia associação que tinha a finalidade de difundit a participação à Missa, sobretudo dominical, entre os católicos”.

"La Clochette" contava com 8000 assinantes e entre estes estava o canônico Louis Boissey (1859-1932), que também editava um boletim, o "Annales de Notre-Dame de la Paix" ("Anais de Nossa Senhora da Paz"), em cujas páginas, em janeiro de 1913, publicou a oração deixando o mesmo título e indicando a origem. Através dessa segunda difusão, a oração chegou ao conhecimento do Marquês de Normandia, Stanislas de la Rochethulon et Grente, presidente do "Souvenir Normand", uma associação que ostentava ligações inclusive com o Vaticano.

Foi graças a essas ligações que, em dezembro de 1915 – em plena Primeira Guerra Mundial, definida por Bento XV como "um inútil massacre" – o Marquês enviou ao Secretário de Estado vaticano Pietro Cardeal Gasparri uma série de orações para transmitir ao Papa. Em 20 de janeiro de 1916, o "Osservatore Romano" publicou a oração, com uma tradução italiana.

A lenda começara, e certo Monsenhor Alexandre Pons a publicou definindo-a "une prière très ancienne" ("uma oração muito antiga").

A ligação com a figura de Francisco de Assis nasceu com o próprio padre Bouquerel (o provável autor da oração), o qual, na Normandia, desenvolvera sua atividade pastoral em uma  comunidade de Franciscanos; a sua primeira obra, havia sido uma homenagem a uma terciária francisca, publicada em 1889. "O que caracterizou a sua atividade – explica ainda Messa – foi o apostolado eucarístico e, sobretudo a partir de 1914, a oração em prol da paz". Uma obra em consonância com o pacifismo [???] de Papa Bento XV que havia condenado duramente a Primeira Guerra Mundial.

E é justamente no fronte da Grande Guerra que começam a circular folhetos com o texto destinado a se tornar célebre em todo o mundo. "É uma oração que fala de paz – observa Marini – transcrita, traduzia e difundida por homens que estavam vivendo o horror da guerra: isto a torna, então, mais bela e significativa do que se tivesse sido escrita pelo próprio Francisco" [?].

Depois de algum tempo, a oração apareceu em santinhos, ao lado da imagem do Santo de Assis: iniciou, assim, a identificação do Poverello como o autor daquela que se tornou, com o passar do tempo, um emblema do próprio Franciscanismo. Nos primeiros santinhos, é estampado que esta oração "maravilhosamente resume a fisionomia exterior do verdadeiro seguidor de S. Francisco", enquanto depois de 1920 a oração se difunde também nos ambientes protestantes, sobretudo na Suíça e na Bélgica, através de cartões postais com o título "Prière des Chevaliers de la paix" ("Oração dos Cavaleiros da Paz") e com a menção: "attribuée a St. François d’Assise" ("atribuída a S. Francisco de Assi").  

Entre os anos Vinte e Trinta, se difunde na Inglaterra e na Alemanha, enquanto em 1945 a igreja de Genebra a define "do século XIII e obra de Francisco de Assis". 

"A oração foi difundida inicialmente em francês, depois em inglês e alemão – acrescenta Marini – é, então, muito hilário o fato de que, para comprovar sua autenticidade tenha sido traduzida depois também em italiano antigo". 

“Nos Estados Unidos e em Canadá, conheceu grande difusão – narra Messa – e alguns franciscanos canadenses afirmam que teria sido lida, em 1945, no momento da conferência de São Francisco da qual nasceu a ONU. No dia primeiro de fevereiro de 1946, foi apresentada ao Senado de Washington definindo-a como uma "oração de São Francisco" escrita em 1226. A esta altura, todos os textos atribuem a oração a São Francisco, e em 1952 a peregrinação "Pax Christi' a Roma e Assis adota a tal oração". "A partir dos anos Cinquenta – acrescenta o frei menor – as edições franciscanas e Daca, em Assis, iniciam a difundir a nossa oração em várias línguas em cartões postais, e desse modo se espalhou literalmente por todo o mundo, sem que os franciscanos ficassem alarmados com a falsa atribuição".

Entre as muitas versões, há aquela de Sebastian Temple (1967), executada aos 6 de setembro de 1997, na abadia londrina de Westminster, nos funerais da Princesa Diana e aquela escrita por Riz Ortolani e Jean-Marie Benjamin (padre, músico, funcionário da ONU e enviado do Vaticnao no Iraque) para o filme "Fratello sole, sorella luna" ("Irmão Sol, Irmã Lua), cantada por Claudio Baglioni.

“Definitivamente, ela se tornou a oração universal de que tomaram posse o movimento gandhiano de Lanza del Vasto, o bispo brasileiro [comunista] Helder Câmara, o Conselho Ecumênico das Igrejas. Madre Teresa de Calcutá a considerava como um programa espiritual dos Missionários da Caridade, e a fez recitar em 1979 quando recebeu em Oslo o prêmio Novem da paz, enquanro o bispo [sic] anglicano sul-africano Desmond Tutu a considera parte integrante de sua devoção. Também houve políticos que a citaram, como a Primeira Ministra inglesa, Margaret Thacher, no dia 4 de maio de 1979, e o presidente Bill Clinton, em 1995, quando recebeu a visita de João Paulo II nos Estados Unidos". [pelos nomes ligados a essa oração, talvez seja prudente manter distância. É bonita, foi feita antes do CVII, mas a Maçonaria já implementava nessa época seu plano maligno contra a Fé. Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.]

E, se é verdade – como observa Messa – que em 27 de outubro de 1986 João Paulo II a citou durante a jornada com todos os representantes das religiões (Assis I), "é também verdade que a escolha de Assis para aquela reunião foi determinada em parte também à atribuição a São Francisco dessa oração pela paz". 

De outro lado, se com certeza a oração não foi escrita por Francisco de Assis, o texto parece fazer eco a uma fonte franciscana como os Ditos do beato Egídio de Assis: “Beato aquele que ama e não deseja ser amado, beato aquele que teme e não quer ser temido, beato aquele que cuida dos outros e não quer cuidados para si”.

Obviamente, a Oração Simples não cabe nas coleções oficiais das Fontes Franciscanas; contudo, sua difusão popular é tamanha que Kajetan Esser, autor da mais importante edição crítica dos escritos de Francisco, sentiu a exigência de fazer, em seu livro, pelo menos uma breve menção ao célebre apócrifo, com estas palavras: "Forma huius orazioni, hodie per totum ordem terrarum diffusae, paulatim initio saeculi XX exorta posteas Francisco erronee attributa est" ("A forma dessa oração, hoje em todo o mundo difundida, surgiu gradativamente no início do século XX depois de erroneamente atribuída a Francisco").

quinta-feira, 14 de julho de 2022

CURIOSIDADES CATÓLICAS - PATRONATO DOS SANTOS E SANTAS:






Nossa Senhora da Saúde: patrona de todos os enfermos e, também, dos doadores de sangue; 

Nossa Senhora das Graças: contra as crises (seja quais forem) e socorro em todas as tribulações e provações. 

Nossa Senhora de Fátima: Rainha de Portugal, Padroeira da Guiana e Suriname, Virgem do Santíssimo Rosário. Especialmente invocada para pedir o fim das guerras e o dom da paz ao mundo. 

Nossa Senhora de Guadalupe: Imperatriz das Américas, Protetora da América Latina. Protetora especial dos nascituros e das mulheres gestantes. 

Nossa Senhora da Conceição Aparecida: Rainha e Protetora do Brasil.

Santos Reis Magos: Baltazar, Gaspar e Melquior: padroeiros dos astrônomos e dos astrofísicos. Também são padroeiros de todos aqueles que buscam a Deus de coração sincero. 

Santa Ana e São Joaquim: Protetores dos avós, dos caseiros, das costureiras, contra a esterilidade, ajuda no parto.

Santa Águeda: protetora dos seios e da amamentação; 

Santa Apolônia: padroeira dos cirurgiões dentistas.




Santa Bárbara: protetora dos bombeiros, contra raios, tempestades, queimaduras, febre e morte repentina; protetora dos militares, da arma de artilharia, dos trabalhadores das minas e fogueteiros.

Santa Batilde: protetora de pessoas com cólica e diarreia.

Santa Bibiana ou Viviana: protetora das pessoas com epilepsia.

Santa Brígida: padroeira dos terapeutas.

Santa Brígida de Kildare: padroeira dos leiteiros. 

Santa Catarina de Alexandria: protetora dos estudantes, dos filósofos, dos bibliotecários, dos ciclistas, dos moribundos, contra a morte repentina, contra o aborto e contra acidentes de trabalho.

Santa Catarina de Sena: Protetora de Pessoas com dores de cabeça; contra incêndio e dos estilistas.

Santa Cecília: Protetora dos músicos e dos poetas.

Santa Clara de Assis: patrona da televisão.

Santa Dinfna: Padroeira dos loucos, epiléticos, endemoninhados, possessos e sonâmbulos.

Santa Edwiges: Protetora dos endividados. 

Santa Efigênia: Protetora das casas. 

Santa Francisca Romana: Protetora dos emigrantes. 

Santa Genoveva: Protetora das vitimas da fome, das secas e das enchentes, dos tapeceiros.

São Genésio: patrono dos atores e atrizes de teatro.

Santa Inês: Protetora das meninas adolescentes, das Filhas de Maria e das moças que presam pela virtude da virgindade.  

Santa Isabel da Hungria: Protetora de pessoas com dor de dente, doenças do coração, padroeira da Ordem Franciscana Secular (Ordem Terceira de São Francisco).

Santa Joana d’Arc: Padroeira dos soldados e da França.

Santa Lídia: Padroeira dos tintureiros

Santa Ludovina de Sheidmam: Padroeira dos patinadores

Santa Luzia: Protetora dos olhos, dos oculistas, dos eletricistas.

Santa Maria Madalena: Padroeira dos pedicuros, dos perfumistas, das prostitutas em processo de libertação de suas más vidas.

Santa Marta: Protetora das donas de casa, dos hoteleiros e dos garçons.

Santa Maura de Troye: Protetor da lavadeiras

Santa Mônica: Protetora das mães que rezam  pela conversão de um(a) filho(a); protetora das esposas maltratadas.

Santa Paula: Protetora das viúvas

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus: protetora dos doentes com câncer e Diabetes mellitus. 

Santa Pelágia: protetora das atrizes

Santa Rita de Cássia: patrona dos casos impossíveis; protetora contra os desentendimentos na família e crises no casamento.

Santa Rosa de Lima: protetora das floristas; patrona, também, da América Latina. 



Santa Teresa d’Ávila: patrona dos professores e das pessoas com doenças no coração.

Santa Úrsula: padroeira das professoras.

Santa Valburga: protetora contra a fome.

Santa Verônica: protetora dos fotógrafos.

Santa Zita: Protetora das empregadas domésticas, das pessoas que perderam chaves.

Santo André Apóstolo: patrono dos peixeiros

Santo Adriano: protetor dos carcereiros e dos ferreiros.

Santo Afonso de Ligório: protetor de pessoas com reumatismo e males da coluna vertebral. 

Santo Agostinho de Hipona: protetor de pessoas com doenças nos olhos e nos ouvidos; protetor dos editores e gráficos.

Santo Alberto Magno: protetor dos cientistas. 

Santo Aleixo: padroeiro dos mendigos e população de rua. 

Santo Antão: protetor dos animais domésticos, das pessoas com furúnculos e dos coveiros. Especialmente invocado, também, como intercessor contra as tentações e ataques dos demônios. 

Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua: auxilio das pessoas que desejam encontrar o seu amor, dos casais, dos namorados e das pessoas que procuram objetos perdidos ou pessoas desaparecidas; protetor de pessoas com febre.

Santo Antônio Maria Claret: Patrono dos livreiros.

Santo Atanásio: protetor dos confeccionistas.

Santo Egídio: Protetor das mães que amamentam; protetor de pessoas com medo; das pessoas com hanseníase, padroeiro dos veterinários.

Santo Elígio (Elói): Protetor dos ourives, mecânicos, pelos que trabalham com metal, ferreiros, seleiros, ferradores, carroceiros e garagistas

Santo Estevão: Protetor das pessoas com cálculos renais

Santo Expedito: Auxílio nas causas urgentes, protetor dos militares, dos candidatos a motorista

Santo Honorato: Padroeiro dos doceiros e padeiros

Santo Humberto: Contra a raiva; padroeiro dos caçadores, guardas florestais e protetor dos cachorros

Santo Inácio de Loyola: Protetor das pessoas que se submetem a cirurgias.

Santo Isidoro ou Isidro: Protetor dos lavradores, dos trabalhadores do campo.

Santo Isidoro de Sevilha: Protetor dos historiadores.

Santo Ivo: Protetor dos advogados.

São João Maria Vianney, o Cura d’Ars: padroeiro dos padres diocesanos e dos párocos.

Santo Onofre: Protetor contra o vício do álcool.

Santo Urbano: Padroeiro dos vinicultores

São Baldomero: Padroeiro dos ferreiros e chaveiros

São Bartolomeu: Protetor dos açougueiros e curtidores de couro.

São Benedito: Protetor dos cozinheiros e cozinheiras, dos negros e os que padecem humilhações e provações.

São Bento de Núrsia: Protetor contra as tentações; de pessoas com envenenamentos, de pessoas com doenças na pele e dos que trabalham no ambiente rural.

São Bernardino de Sena: Padroeiro dos publicitários.

São Bernardo de Claraval: Protetor de pessoas com epilepsia e doenças nervosas; protetor dos apicultores.

São Bernardo de Mentone e o Beato Piergiorgio Frassati: padroeireiros dos Alpinistas.

São Brás: protetor de pessoas com os males de garganta; protetor dos cabeleireiros e pessoas que sofrem da queda de cabelo.

São Camilo de Léllis: Protetor dos enfermos  e profissionais da saúde.

São Carlos Barromeu: Protetor dos catequistas e dos professores de seminários católicos.

São Casimiro: Padroeiro dos alfaiates e costureiros.

São Columbano, abade: Padroeiro dos poetas.

São Cosme e São Damião: Protetores dos barbeirose farmacêuticos.

São Crispim ou Crispiniano : Padroeiro dos sapateiros

São Cristóvão: Protetor dos motoristas, carregadores de mala e viajantes; de pessoas com epilepsia, contra a morte repentina

São Dâmaso: protetor dos arqueólogos. 

São Demétrio: padroeiro dos militares. 

São Dimas:  protetor dos agentes funerários. 

São Dustano de Catulária: protetor dos Serralheiros

São Fiacre ou Fiacro: protetor das pessoas som sífilis, hemorróidas, doenças do reto; úlceras e verrugas; protetor dos jardineiros, taxistas, fabricantes de boné e horticultores

São Francisco de Assis: protetor dos animais, da ecologia e da Itália. Um dos patronos da Europa. 

São Francisco de Sales: protetor dos jornalistas e escritores. 

São Francisco Xavier: Padroeiro das Missões Católicas e padroeiro do turismo. 

São Gabriel Arcanjo: protetor dos comunicadores, dos filatelistas, das telefonistas. 

São Gelásio: padroeiro dos palhaços

São Genésio: Protetor dos comediantes e dos escrivões;

São Geraldo (ou Gerardo) Majella: protetor das mulheres que desejam engravidar e das parturientes, para que tenham um feliz parto. 

São Gil:  Padroeiro dos pasteleiros

São Gregório Magno: Protetor dos cantores

São Guido: Protetor dos carroceiros, cocheiros e dos cavalos

São Jerônimo: Patrono das secretárias, dos tradutores e dos livreiros

São Jerônimo Emiliano: Protetor das crianças órfãs

São João Batista: protetor  contra doenças infantis; protetor da amizade, dos modistas, dos jornalistas, das almas do purgatório (um dos patronos) e de muitos cemitérios. 

São João Batista de La Salle: Patrono dos professores e educadores. 

São João Berchmans: Padroeiro dos coroinhas e dos estudantes católicos. 

São João Bosco: Patrono do cinema, das escolas de artes e ofícios. 

São João Crisóstomo: Protetor locutores. 

São João Evangelista: Padroeiro dos Químicos e dos teólogos.

São João Francisco Régis:  Protetor de pessoas com gripes e resfriados. 

São João Nepomuceno: Protetor de pessoas com doenças na boca e na língua. 

São Jorge:  Protetor dos cavaleiros e dos escoteiros.  

São José: Protetor das famílias, dos trabalhadores, dos carpinteiros, marceneiros, mestre de obra e administradores. Patrono de meu Estado, o Ceará. 

São José de Cupertino: Protetor dos aviadores,  astronautas e dos estudantes em véspera de exame

São Judas Tadeu: Protetor das pessoas em situações de desespero, dos funcionários públicos

São Justino: Protetor dos filósofos e apologistas (defensores da fé, pela razão). 

São Leonardo de Noblac: Padroeiro dos prisioneiros, vendedores de água, fabricantes de cadeia, de cepos, de fechos e afins. É invocado contra bandidos. Invocado pelas parturientes para ter um parto indolor; 

São Lourenço: Protetor dos arquivistas, dos pobres. 

São Lucas Evangelista: protetor dos médicos, dos pintores, artesãos e dos escultores

São Ludovico: Protetor das pessoas com tuberculoses. 

São Luís IX: Protetor dos cabeleireiros

São Luiz Gonzaga: Protetor dos doentes, com algum tipo de doença infecciosa. 

São Luís Scrosoppi, intercessor por portadores do HIV e/ou SIDA/AIDS. 

São Marcos Evangelista:  Padroeiro dos vidraceiros - Egito;

São Mateus Apóstolo e Evangelista: porque era, antes da conversão, cobrador de impostos, foi feito pela Igreja o Protetor dos contabilistas e banqueiros; 

São Mauricio: Padroeiro dos tecelões

São Miguel Arcanjo: Protetor dos padeiros , confeiteiros, vendedores ambulantes e pára-quedistas; 

São Nicolau: Protetor dos marinheiros, estivadores e das crianças

São Pancrácio: Protetor de pessoas com doenças dos pulmões; protetor de crianças doentes.

São Paulo  Apóstolo: Protetor contra picadas de serpente e outros animais peçonhentos; de pessoas com surdez, fabricantes de tendas e de redes.

São Pedro Apóstolo: Protetor dos pescadores, dos porteiros e da Oceania. Primeiro Papa (por conseguinte, protetor dos Papas).

São Pedro Damião: Protetor de pessoas com insônia e enxaquecas; 

São Policarpo: Padroeiro dos locatários; 

São Rafael Arcanjo: Protetor dos Olhos, dos viajantes e caminheiros, dos casais em princípio do matrimônio e protetor contra os demônios.

São Roque: protetor dos cães e das epidemias.

São Sebastião: Protetor dos presos, dos arqueiros, dos guarda-costas, de pessoas com feridas, pestes e doenças contagiosas. Padroeiro da cidade e da arquidiocese do Rio de Janeiro.

São Teobaldo: Protetor dos carvoeiros

São Tiago  Apóstolo: Padroeiro dos vendedores de sapato.

São Tomás de Aquino: Protetor de pessoas com doenças do estômago e do fígado; protetor dos universitários e dos teólogos.

São Tomé  Apóstolo: Protetor dos pedreiros, arquitetos e cegos.

São Valentim: Protetor dos namorados e intercessor de amores perdidos.

São Venceslau: Protetor dos corais e da cidade de Boêmia

São Vicente: Protetor dos donos de bares

São Vicente Ferrer: Padroeiro dos churrasqueiros e dos pregadores católicos da Palavra de Deus. 

São Vito: Protetor dos atores

São Zenão de Verona: Protetor dos bebês



domingo, 15 de maio de 2022

SÃO TITO BRANDSMA, presbítero carmelita e mártir (testemunha do Evangelho, perante a tirania nazista).


Beato Tito Brandsma
Sua vida
Em Bolsward, povoado holandês de 10.000 habitantes, do matrimônio de Tito e Postma, em 23/ 02/ 1881, vinha ao mundo “o quinto” de seis filhos com que o Senhor abençoou aqueles pais cristãos. Desde menino deu provas de uma preclara inteligência e de um coração de ouro, ainda encerradas em um corpo franzino e debilitado.

Aos 17 anos vestiu o hábito do Carmelo exclamando: “a espiritualidade do Carmelo que é vida de oração e de terna devoção a Maria, me levaram à feliz decisão de abraçar esta vida. O espírito do Carmelo me fascinou!”. Emitiu seus votos religiosos em 03/ 10// 1899 e se ordenou sacerdote em 17/ 06/ 1905.


O Beato quando jovem
presbítero carmelita
Cursou brilhantemente seus estudos, primeiro em sua Pátria e depois passou a Roma, onde se doutorou em filosofia. Retornando à Holanda, se entregou de cheio a toda classe de apostolado: escreveu livros e artigos em várias revistas; dá aulas dentro e fora do convento; prega e dirige cursilhos; organiza congressos; confessa e administra outros sacramentos. Todos se admiram de como pode chegar a todos os lugares (a todas as partes). E do que mais se admiram é que, antes de tudo, é religioso observante, alma de profunda oração, fervoroso sacerdote e profundamente sensível e humilde.






    Foi cofundador da Universidade Católica de Nimega, catedrático e reitor magnífico da mesma. Assessor religioso de todos os editores de periódicos (revistas, jornais) da Holanda, em cujo campo trabalhou com grande zelo e acerto. Era a pessoa pública mais conhecida da Holanda.
No jardim de sua alma floresceram todas as virtudes. É um enamorado de Jesus Cristo, da Virgem Maria e de sua Ordem do Carmo.






Imagem do bem-aventurado mártir
pintada por um companheiro de
prisão. 
Na tarde de segunda-feira, 19 de janeiro de 1942, foi capturado pelos “SS” nazistas e encarcerado em vários campos de concentração. Seis longos meses de calvário, sobretudo no “inferno” de Dachau (campo de concentração tão terrível como o de Auchwitz). Por fim, por seu grande amor à Igreja e a seus irmãos, no domingo, dia 26 de julho de 1942, seu corpo caía por terra, como o “grão de trigo” do Evangelho, por obra de uma injeção mortal de ácido fênico. Todos no campo repetiam: “morreu um santo”!





Padre Tito Brandsma, em seus meses de prisão, sempre se conservou sereno, levando a todos a bondade e o amor que ardiam em seu coração. Foi um “anjo” para os demais prisioneiros, já acabrunhados e desesperados por tanto sofrimento. A própria enfermeira alemã que lhe aplicou a injeção mortal, mais tarde, no processo de beatificação, testemunhou emocionada a mansidão e a paz conservadas por nosso querido Beato.
Foi beatificado por Sua Santidade São João Paulo II, em 03 de novembro de 1985. Sua festa é celebrada no dia 27 de julho.

  
Beato Tito Brandsma, presbítero carmelita e mártir. Foi um
homem santo, mas, também, de ciências e letras. Teólogo e
jornalista ilustres, suscitou o ódio dos nazistas por causa de
seus escritos que denunciavam os erros e desmandos da
doutrina nazista. Foi assessor religioso de todos os
diretores de periódicos (jornais e revistas) da Holanda.
Era a pessoa pública mais conhecida de seu país. Sua
atividade apostólica pela escrita não poderia passar
despercebida pela Gestapo e as SS nazistas. 


Sua espiritualidade

As notas fundamentais de sua espiritualidade as resumia o decreto que a Sagrada Congregação Para a Causa dos Santos dava em 09 de novembro de 1984, quando dizia:
“De pequena e grácil estatura e de saúde sempre delicada, soube combinar uma intensa vida interior e uma grande solicitude por todas as formas de apostolado moderno: missões, união de igrejas (ecumenismo), escolas e educação católicas, meios de comunicação social, etc. De caráter pacífico, porém firme, se destacava por sua fé viva, por sua imensa confiança em Deus e por sua doce caridade, para com os pobres, especialmente pelo quê muitos, já antes de seu martírio, o tinham por santo... Passou seus últimos meses em cárceres e campos de concentração, dando a todos exemplo de uma fé inquebrantável, de fortaleza de ânimo, de paciência e de extraordinária caridade. Perdoou a seus inimigos e rezava por eles...”.

Seu ardente amor a Jesus Cristo e à Virgem Maria, seu zelo pelas almas, sua observância regular, seu amor à Igreja e aos “perseguidos”, sua sensibilidade e bom humor... Foram os “cimentos” sobre os quais, dia-a-dia, edificava sua santidade, que foi coroada pelo martírio!

São Tito Brandsma, presbítero carmelita e mártir, foi solenemente canonizado na Praça de São Pedro, por Sua Santidade o Papa Francisco, no dia 15 de maio de 2022, V Domingo da Páscoa. Glória a Deus para sempre, em seus santos e santas!  Amém! Aleluia! 

Sua mensagem

·       Que Jesus, Maria e o Carmelo “fascinem nossas vidas”.
·       Que colaboremos com todas as formas de apostolado possíveis.
·       Que preguemos a verdade, ainda que nos custe a vida.
·       Que perseveremos na fé até o generoso martírio.


Oração:

 Senhor Deus, fonte e origem da vida, infundistes no Beato Tito, a força do vosso Espírito para que proclamasse a liberdade da Igreja e a liberdade do homem, mesmo durante a crueldade da perseguição e do martírio. Concedei-nos, por sua intercessão, empenharmo-nos na construção do Reino da justiça e da paz, sem nos envergonhar do Evangelho e, descobrir, a vossa presença misericordiosa, em cada momento da vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na Unidade do Espírito Santo. Amém!

sábado, 22 de janeiro de 2022

SANTIDADE NA INFÂNCIA E NA JUVENTUDE: alguns exemplos.

 A santidade, vocação comum de cada cristão e cristã batizado (a), é algo que, graças a Deus, vem sido colocado, cada vez mais frequentemente, em destaque, no decorrer do século XX e, principalmente, no atual século XXI, nas canonizações, beatificações, proclamações de venerabilidade e aberturas de processos canônicos na Sagrada Congregação para a Causa dos Santos. 

Digo "graças a Deus", porque seria injusto que tais cristãos: meninos, meninas, rapazes e moças, que foram grandes amantes de Cristo, da Virgem Maria e da Igreja, gigantes na fé, corajosos no testemunho e modelares em suas condutas, não fossem lembrados e colocados em destaque pela Santa Igreja.

Abaixo, colocarei as imagens de alguns deles. Não são todos os que atualmente já são santos (as) ou beatos (as), nem todos os que já tiveram suas virtudes heróicas reconhecidas e nem cujos processos de beatificação já foram começados, inclusive, com o aval da Santa Sé, mas, aqueles, digamos, mais "conhecidos"... 

Não trarei suas biografias: somente suas imagens, senão, a postagem ficaria muito longa, mas, espero que isso estimule aos leitores do site a procurarem suas respectivas biografias nos muitos sites que já existem, inclusive, em redes sociais como "Facebook" ou "Instagram"...

Algumas das imagens são fotos dos respectivos santos (as), beatos (a), veneráveis e/ou servos (as) de Deus. Outros, obviamente, por terem vivido e morrido em eras onde não havia fotografia, são representações artísticas (pinturas). 


SANTOS E SANTAS





Santa Parasceve, a jovem




























BEATOS E BEATAS





































Agora, virá uma amostragem de Veneráveis jovens.
Como sabem, "venerável", no processo para beatificação/canonização é todo aquele (a) cujas virtudes teologais (fé, esperança e caridade) e as cardeais (justiça, prudência, fortaleza e temperança) do (a)  Servo (a) de Deus foram declaradas como vividas de forma heróica.















Servos (as) de Deus são todos (as) aqueles (aquelas) candidados (as) aos altares cujos processos canônicos já foram iniciados em âmbito diocesano e que já receberam a "positio" do Vaticano, isto é, que seus processos (documentos biográficos, escritos, testemunhos e graças alcançadas por sua intercessão) serão devidamente examinadas pela Sagrada Congregação para a Causa dos Santos, para ver se estão em condições de serem considerados (as) veneráveis e serem um dia beatificados (as) e canonizados (as). 






Bem... Esses são exemplos e modelos, a servirem de incentivo a que nossos jovens católicos também busquem a santidade e para que todos vejam que ser santo é, realmente, possível.