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Encontre o (a) Santo (a), Beato (a), Venerável ou Servo (a) de Deus

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

SANTO EGÍDIO (Giles ou Gil), Eremita.


Santo Egídio (em grego:Αἰγίδιος) – também conhecido como São Gil ou São Giles – foi um santo eremita do século VII originário da Grécia que se tornou popular na região da Provença e na Escócia. A abadia onde viveu Santo Egídio, Saint-Gilles, é local de peregrinação e parada oficial dos Caminhos de Santiago. São Gil é um dos Catorze santos auxiliares da Igreja Católica.

São poucos os dados que existem sobre a vida de Egídio. Mas com certeza sabemos que ele era grego e pertencia a uma rica família da nobreza de Atenas.  Depois da morte de seus pais, decidiu ser um ermitão, para viver na pobreza e totalmente dedicado a Deus.
Para isso distribuiu todos os bens que herdou entre os pobres e doentes e viveu isolado na oração e penitência, sendo agraciado pelo Espírito Santo com os dons especiais da cura, da sabedoria e dos milagres.
Um dos primeiros milagres a ele atribuídos diz que, certo dia, encontrou na porta de uma igreja um mendigo muito doente e esfarrapado.
Penalizado com a situação do pobre, Egídio cobriu-o com seu velho manto e, naquele instante, um prodígio aconteceu: o homem, que até então agonizava, levantou-se completamente curado.
Depois essas curas se repetiram e foram se multiplicando de tal forma que ele ganhou fama de santidade. Os devotos passaram a procurá-lo com freqüência, então Egídio decidiu partir. Em 683, viajou para a França.

Conta a tradição que ele salvou o navio repleto de passageiros, no qual viajava também. Uma enorme tempestade teria desabado sobre a embarcação. Todos já tinham perdido as esperanças quando Egídio, em prece, ergueu as mãos aos céus. As ondas ameaçadoras acalmaram-se na mesma hora e todos desembarcaram com segurança.
Na França, viveu numa caverna de uma floresta próxima de Nimes, cuja entrada era escondida por um arbusto espinhoso. Na mais completa pobreza, alimentava-se apenas de ervas, de raízes e do leite de uma corsa, que, segundo a tradição, foi-lhe enviada por Deus.
Certa vez, o rei Vamba, dos visigodos, foi caçar nas proximidades da caverna de Egídio e, em vez de flechar uma corsa que se escondera atrás de um arbusto, flechou a mão do pobre ermitão, que tentava proteger o animal acuado.


Foi descoberta, assim, a residência do eremita. O rei, para desculpar-se, passou a visitá-lo com seus médicos até sua cura completa.
Depois disso, o rei continuou a visitá-lo com freqüência, presenciando vários prodígios que divulgava na Corte. Assim, a fama de santidade de Egídio ganhou vulto e ele passou a ter vários discípulos.
O rei, então, mandou construir um mosteiro e uma igreja, que doou para ele, tendo sido eleito abade. O mosteiro passou a ter uma disciplina própria escrita por Egídio. Mais tarde, ao seu redor, surgiu o povoado que deu origem à cidade de Santo Egídio e o mosteiro foi entregue aos beneditinos.
A morte de Egídio ocorreu, provavelmente, no dia 1º de setembro de 720.  Logo após, os devotos fizeram da sua sepultura um ponto obrigatório de peregrinação. O seu culto tornou-se vigoroso e estendeu-se por todo o mundo cristão.

Santo Egídio teve sua festa confirmada pela Igreja, que o colocou na lista dos quatorze "santos auxiliadores" do povo, sendo invocado contra a convulsão da febre, contra o medo e contra a loucura. Também é invocado contra a praga, para se fazer uma boa confissão, e pelos inválidos, mendigos e ferreiros.

domingo, 8 de janeiro de 2017

SANTOS REIS MAGOS: seus VERDADEIROS NOMES segundo revelações à Beata Ana Catarina Emmerich, grande mística.


São Leandro (Mensor), São Leão (Teokeno)
e São Sair, os Reis Magos. 
O texto da Adoração dos Magos, que nos oferece o Evangelho de Mateus, não nos diz quantos eram e muito menos os seus nomes. Apenas nos diz que abrindo os seus tesouros ofereceram ao Menino ouro, incenso e mirra. Talvez, pelo número dos presentes, conjugados com outras referências bíblicas, a tradição diz que eram três.
Igualmente, ainda segunda uma antiga tradição, foi-lhes imposto os nomes de Melchior, Gaspar e Baltasar, de acordo com as qualidades de cada um deles.
Gaspar significa aquele que vai com amor; Melchior, o que anda com suavidade e guia usando de mansidão e acariciando; Baltasar, o que obedece de imediato e sem discutir, isto é, sujeita a vontade própria aos desejos de Deus.

No entanto, segundo as revelações que Deus concedeu à Beata Ana Catarina Emmerich, esses não eram os seus verdadeiros nomes.
Os nomes dos três Reis Magos, enquanto pagãos, seriam: Mensor, Teokeno e Sair. Dois deles porém, receberiam nome cristão ao serem batizados.
Mensor, branco, mas de tez morena, foi batizado por São Tomé, a seguir à morte de Jesus Cristo, recebendo no batismo o nome de Leandro.
Teokeno, de cor branca, o que estava doente quando Jesus o visitou, recebeu no batismo o nome de Leão.
Sair, de cor escura, já tinha falecido ao tempo do Senhor, por isso, recebeu o batismo de desejo.

Mensor, que é como dizer: o cristão Leandro, era da Caldeia. A cidade onde nasceu, tinha um nome parecido com Acaiaia o Acaiacul. Fora edificada numa ilha e era rodeada por um rio. Porém, Mensor residia habitualmente na terra de pastagens, no meio dos rebanhos.

Estas são algumas respostas, às muitas perguntas que nos fazemos acerca dos Magos: donde vieram, como se chamavam, o que faziam, que embora sem qualquer rigor científico, sempre atenuam a nossa curiosidade.






COMO A BEATA ANA CATARINA EMMERICH VIU A VISITA DOS REIS MAGOS AO MENINO JESUS:


“...Cada um dos Reis era seguido por quatro pessoas de sua família, além de alguns criados de Mensor que levavam uma pequena mesa, um carpete com adornos e outros objetos.
Os Reis seguiram José, e ao chegar sob o alpendre, diante da gruta, cobriram a mesa com o carpete e cada um deles punha sobre ela as caixinhas de ouro e os recipientes que tiravam de sua cintura. Assim ofereceram os presentes comuns aos três. Mensor e os demais tiraram as sandálias e José abriu a porta da gruta. Dois jovens do séquito de Mensor, que o precediam, estenderam um tapete sobre o piso da gruta, retirando-se depois para trás, seguindo-os outros dois com uma mesinha onde estavam colocados os presentes. Quando estava diante da Santíssima Virgem, o rei Mensor depositou estes presentes a seus pés, com todo respeito, pondo um joelho no chão. Atrás de Mensor estavam os quatro de sua família, que se inclinavam com toda humildade e respeito. Enquanto isso, Sair e Teokeno aguardavam depois, perto da entrada da gruta. Adiantaram-se por sua vez, cheios de alegria e de emoção, envoltos na grande luz que enchia a gruta, apesar de não haver ali outra luz a não ser o que é a Luz do mundo. Maria encontrava-se recostada sobre o tapete, apoiada sobre um braço, à esquerda do Menino Jesus, o qual estava recostado dentro da manjedoura, coberto com um lenço, cuja manjedoura estava posta sobre um tablado alto. Quando entraram os Reis, a Virgem colocou o véu, tomou o Menino em seus braços e cobriu-o com um véu maior. O rei Mensor ajoelhou-se e oferecendo os dons pronunciou ternas palavras, cruzou as mãos sobre o peito, e com a cabeça descoberta e inclinada, rendeu homenagem ao Menino. Entretanto, Maria havia descoberto um pouco a parte superior do Menino, o qual olhava com semblante amável a partir do centro do véu que o envolvia. Maria sustentava sua cabecinha com um braço e o rodeava com outro. O Menino tinha suas mãozinhas sobre o peito e as estendia graciosamente a seu redor. Oh, quão felizes sentiam-se aqueles homens vindos do Oriente para adorar ao Menino Rei!

Vendo isto dizia para mim: “Seus corações são puros e sem mancha; estão cheios de ternura e de inocência como os corações dos meninos inocentes e piedosos. Não se vê neles nada de violento, apesar de estar cheios do fogo do amor”. Eu pensava: “Estou morta; não sou mais que um espírito: de outro modo não poderia ver estas coisas que já não existem e que, sem embargo, existem neste momento. Mas isto não existe no tempo, porque em Deus não há tempo: em Deus tudo é presente. Eu devo estar morta; não devo ser mais que um espírito”. Enquanto pensava estas coisas, ouvi uma voz que me disse: “Que te importa tudo isto que pensas?... Contempla e louva a Deus, que é Eterno, e em Quem tudo é eterno”.
Vi que o rei Mensor tirava de uma bolsa, presa à cintura, um punhado de barrinhas compactas do tamanho de um dedo, pesadas, afinadas na extremidade, que brilhavam como ouro. Era seu presente. Colocou-o humildemente sobre os joelhos de Maria, ao lado do Menino Jesus. Maria pegou o presente com um agradecimento cheio de sensibilidade e de graça, e o cobriu com a ponta de seu manto. Mensor oferecia as pequenas barras de ouro virgem, porque era sincero e caritativo, buscando a verdade com ardor constante e inquebrantável. Depois, retirou-se, retrocedendo, com seus quatro companheiros, enquanto Sair, o rei cetrino, adiantava-se com os seus e se ajoelhava com profunda humildade, oferecendo seu presente com expressões muito comovedoras. Era um recipiente de incenso, cheio de pequenos grãos resinosos, de cor verde, que pôs sobre a mesa, diante do Menino Jesus. Sair ofereceu incenso porque era um homem que se conformava respeitosamente com a vontade de Deus de todo coração, e seguia esta vontade com amor. Ficou muito tempo ajoelhado, com grande fervor. Retirou-se e adiantou-se Teokeno, o maior dos três, já de muita idade. Seus membros um tanto endurecidos não lhe permitiam ajoelhar-se: permaneceu de pé, profundamente inclinado, e colocou sobre a mesa um vaso de ouro que continha uma formosa planta verde. Era um arbusto precioso, de tronco reto, com pequenas raminhas crespas coroadas  de formosas flores brancas: a planta da mirra. Ofereceu a mirra por ser o símbolo da mortificação e da vitória sobre as paixões, pois este excelente homem havia sustentado luta constante contra a idolatria, a poligamia e os costumes degradantes de seus compatriotas.  Cheio de emoção permaneceu longo tempo com seus quatro companheiros ante o Menino Jesus. Eu tinha pena dos demais que estavam fora da gruta esperando sua vez para ver o Menino. 
As frases que diziam os reis e seus acompanhantes estavam repletas de simplicidade e fervor. No momento de humilhar-se e oferecer seus dons diziam mais ou menos o seguinte: “Temos visto sua estrela; sabemos que Ele é o Rei dos Reis; vimos para adorá-lo, para oferecer-lhe nossas homenagens e nossos presentes”. Estava como fora de si, e em suas simples e inocentes palavras encomendavam ao Menino Jesus suas próprias pessoas, suas famílias, o país, os bens e tudo o que tinha para eles algum valor sobre a terra. Ofereciam-Lhe seus corações, suas almas, seus pensamentos e todas suas ações. Pediam inteligência clara, virtude, felicidade, paz e amor. Mostravam-se cheios de amor e derramavam lágrimas de alegria, que caíam sobre suas faces e suas barbas. Sentiam-se plenamente felizes. Haviam chegado até aquela estrela, pela qual há milhares de anos seus antepassados haviam dirigido seus olhares e suas ânsias com um desejo tão constante. Havia neles toda a alegria da Promessa realizada depois de tão longos séculos de espera.
Maria aceitou os presentes com atitude de humilde ação de graças. A princípio não dizia nada: somente expressava seu reconhecimento com um simples movimento de cabeça, sob o véu. O corpinho do Menino brilhava sob as pregas do manto de Maria. Depois a Virgem disse palavras humildes e cheias de graça a cada um dos Reis, e deixou seu véu um tanto para trás.  Aqui recebi uma lição muito útil e pensava: “Com quão doce e amável gratidão recebe Maria cada presente! Ela, que não tem necessidade de nada, que tem a Jesus, recebe os dons com humildade. Eu também receberei com gratidão todos os presentes que me façam no futuro”. Quanta bondade há em Maria e em José! Não guardavam quase nada para eles, tudo o distribuíam entre os pobres.

(Texto extraído da obra "Anna Catalina Emmerick - La Vida de Jesucristo y de su Madre Santíssima (desde el nascimiento de Maria Santíssima hasta la morte de San José) Segun las visiones de la Ven. Ana Catalina Emmericj - vol. II - Editorial Surgite - págs. 163/166)



CURIOSIDADES - A verdadeira “excalibur” pertenceu a um santo da Igreja Católica: SÃO GALGANO GUIDOTTI.



Você com certeza assistiu o filme da Disney quando criança. Provavelmente também leu o livro. Mas você sabia que esta história é baseada em uma história real?

A história do Rei Arthur, Merlin e todo o resto pode não ser verdade, mas realmente, há centenas de anos, existiu uma espada na rocha.



Na cidadezinha italiana de Chiusdino, há uma pequena capela perto da abadia de São Galgano conhecida como Capela Montesiepi. E dentro dela você encontrará uma grande rocha com o cabo de uma espada saindo.

 

Como ela foi parar lá? Bem, a história é que no século XII havia um cavaleiro chamado Galgano Guidotti que no fim da sua vida, decidiu retirar-se e viver como eremita. Ele teve duas visões místicas: na primeira, o Arcanjo Miguel disse que o protegeria pessoalmente; e na segunda, apareceram-lhe os doze apóstolos e o próprio Jesus.

Depois de terminar a segunda visão, decidiu colocar uma cruz naquele lugar. Como não tinha outro material, ele fincou sua espada no chão, formando ali uma cruz. Imediatamente o chão endureceu ao redor da espada e está lá presa desde então.

Apenas quatro anos depois de sua morte, o Papa Lúcio III iniciou formalmente o processo de canonização que terminou com Guidotti sendo declarado um santo – a primeira pessoa a ser declarada santa por um processo formal da Igreja Católica Romana.

Aparentemente, “incontáveis” pessoas tentaram roubar a espada. É possível ver na capela o que dizem ser mãos mumificadas de um ladrão que tentou roubar a espada, mas foi abatido por lobos selvagens.

Embora a espada esteja na Itália, muitas pessoas acham que ela influenciou a inglesa Lenda do Rei Arthur.

 Fonte:

http://pt.churchpop.com/verdadeira-excalibur-pertenceu-um-santo-da-igreja-catolica/



Outras fotos (clicando na foto, você poderá copiá-la no tamanho original em seu computador, notebook, tablet ou celular) 





São Galgano Guidotti, eremita. 





















SÃO LUCIANO, Presbítero e Mártir (312 d.C.) - 07 de janeiro




Samosata, cidade da Síria, é a terra de São Luciano. Menino de doze anos apenas, perdeu os pais, mas, tão firmado já estava na virtude cristã, que distribuiu os seus bens entre os pobres e procurou asilo no convento do abade Macário, para poder instruir-se ainda melhor nos princípios da fé cristã e da santa perfeição. A prática constante das virtudes e o estudo dedicado dos livros sacros prepararam Luciano para a luta contra as heresias de seu tempo.
Tendo recebido em Antioquia o sacramento da Ordem, dedicou-se primeiramente ao ensino nas escolas primárias, com o fim de dar à mocidade uma instrução nos moldes dos princípios cristãos. Pelo estudo e pela prática, adquiriu conhecimentos tão sólidos nas ciências bíblicas, que pode organizar uma nova edição dos livros sagrados, corrigindo os erros que, por descuido ou por ignorância, quiçá por malícia, se tinham insinuado nas traduções antigas. Esta nova edição teve acolhimento gratíssimo e prestou grandes serviços mais tarde a São Jerônimo quando, por ordem do Papa São Dâmaso, este fez nova tradução da Escritura Sagrada.
Eram tão acatadas suas autoridade e competência que todos, fiéis e hereges, se lhe referiam, e sua ortodoxia foi valorosamente defendida por São João Crisóstomo e Santo Atanásio contra os arianos, que seu testemunho tinham invocado em favor de sua heresia.
O fato de Luciano ter sido preso em Nicomédia, por causa de uma controvérsia com um sacerdote herético é prova cabal da retidão de sua doutrina. Uma apologia da religião Católica, apresentada ao imperador Maximiano, tem Luciano por autor.
A decretação da guerra de extermínio à Igreja, por Diocleciano, surpreendeu Luciano, quando se achava em Nicomédia. Por ser católico e sacerdote de Cristo, foi encarcerado. Da prisão dirigiu uma carta aos fiéis de Antioquia, comunicando-lhes que o Papa Antímo tinha sofrido o martírio e o incumbira de transmitir-lhes as saudações.
Nove anos durou a prisão. Passado esse longo tempo, foi apresentado em juízo ao governador imperial ou ao próprio imperador. O processo que os juízes adotaram, para fazê-lo abjurar a religião foi o de costume: elogios, promessas, ameaças e, por fim, condenação. Luciano ficou firme e sua resposta a todos os argumentos e propostas do juiz foi esta: “Sou cristão”!
O imperador mandou sujeitar o servo de Deus a crudelíssima flagelação, que não deixou um lugar são no corpo da vítima e, depois, ordenou que, assim terrivelmente maltratado, fosse deitado em cacos de vidro e pedras agudas. Quinze dias passou o mártir nesta posição, sem que alguém se lembrasse de oferecer-lhe de comer. Quando depois lhe apresentaram comida, era esta deliciosa, apetitosa: mas, Luciano rejeitou-a resolutamente, porque eram iguarias que tinham vindo dos templos pagãos.

Pela segunda vez, Luciano foi citado perante o juiz. O resultado não foi outro. Negando-se a sujeitar-se às exigências do magistrado, foi de novo submetido a dolorosíssima tortura e metido no cárcere. Aos fiéis que o visitaram, o santo sacerdote exortava à constância na fé.
Para fortificar a si mesmo e aos irmãos, celebrou a santa Missa sobre o próprio peito e deu a Santa Comunhão a si e a todos os fiéis presentes. Esta última Missa foi o prefácio de sua morte gloriosa. São João Crisóstomo afirma que Luciano morreu pela espada. Outros, porém dizem que foi estrangulado secretamente, por ordem de Maximiano. Atiraram com corpo ao mar. Poucos dias depois, porém, os cristãos o encontraram na praia e deram-lhe honrosa sepultura. As relíquias do mártir estão na igreja principal de Arles, na França. São Luciano morreu provavelmente em Samosata, em 07 de janeiro de 312.




Curiosidade:

Santa Helena, mãe do rei Constantino era muito devota de São Luciano, o qual citava com frequência ao filho, que ainda não havia se convertido. Constantino que a amava muito, durante o seu reinado, mandou que as relíquias do Santo fossem transladadas para Helenópolis, cidade natal de sua querida mãe. Depois ele mesmo, em 337, escolheu a sepultura do Santo para ser o local do seu batizado, oficializando sua conversão e de todo o seu reino. Esse ato propagou ainda mais o culto de Santo Luciano, tanto no Oriente como no Ocidente.